Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
SEGURANÇA ALIMENTAR

Setor de proteína animal reforça uso prudente de antimicrobianos

Entenda a importância do uso consciente de antimicrobianos no setor de proteína animal e suas implicações na saúde pública

Setor de proteína animal reforça uso prudente de antimicrobianos

O avanço da resistência bacteriana a medicamentos é um desafio global de saúde única, e o setor brasileiro de proteína animal tem intensificado suas ações para enfrentar essa questão. Liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), uma nova campanha nacional busca consolidar o conceito de uso consciente de antimicrobianos, visando preservar a eficácia desses medicamentos essenciais para a sanidade na avicultura e suinocultura.

A diretora técnica da ABPA, Sula Alves, enfatiza a necessidade de um “uso prudente”. Embora o emprego terapêutico para tratar animais doentes seja indispensável ao bem-estar animal, o uso indiscriminado pode acelerar o processo natural de resistência das bactérias. “É importante usar de maneira prudente na produção animal e até quando se fala em medicina humana”, destaca Alves, reforçando a responsabilidade compartilhada entre todos os elos da cadeia.

Estratégias de Prevenção como Pilar Central

Antes de tratar, a prioridade da indústria é prevenir. Segundo pesquisadores da Embrapa Aves e Suínos, a biosseguridade é a principal ferramenta, com medidas rigorosas que impedem a entrada de patógenos nas granjas. Além disso, o setor investe em:

  • Vacinação: Programas customizados conforme as doenças prevalentes em cada região do país, evitando a aplicação desnecessária de imunizantes.
  • Aditivos Nutricionais: Uso de probióticos, prebióticos, ácidos orgânicos e fitogênicos que promovem a saúde intestinal e o desempenho produtivo, diminuindo a necessidade de antibióticos.

Uso Criterioso e a Garantia de Segurança Alimentar

Quando o uso de antimicrobianos é inevitável — seja de forma terapêutica (para tratar doentes), metafilática (tratar um lote com alguns doentes) ou profilática (prevenir risco iminente) —, ele ocorre sob estrita supervisão veterinária. Práticas como o uso de antibióticos como melhoradores de desempenho, embora visem otimizar a produtividade, são vistas com cautela pelo risco de estimular a resistência. Para todos os casos, a segurança do consumidor é assegurada pelo “período de carência”, uma janela obrigatória entre a última aplicação do medicamento e o abate do animal, que garante alimentos livres de resíduos.

Para sistematizar essas ações, a campanha da ABPA se estrutura em quatro pilares: conscientização sobre os riscos; prevenção por meio de boas práticas; educação contínua de técnicos e produtores; e valorização de iniciativas inovadoras. Essas diretrizes estão alinhadas ao conceito de “Uma Só Saúde” (One Health) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, posicionando o Brasil como um protagonista na produção segura e sustentável de carnes.

Referência: Agro Estadão

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