Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Criadores de avestruzes querem confederação

Expansão da atividade e demanda internacional exige mais organização, recursos e representação política em órgãos oficiais.

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Redação AI 04/07/2005 – Em busca do fortalecimento da cadeia produtiva, criadores de avestruzes do Brasil se organizam para a criação de uma confederação de cooperativas. O assunto foi debatido em um evento realizado em Brasília (DF). O primeiro passo, segundo Nelson Sakuma, presidente da Cooperativa Nipo Brasileira de Produtores de Avestruzes (Coontruz), de Londrina, que participou do encontro, será a criação das federações em todas as regiões do País. “Precisamos ter representação política junto aos órgãos oficiais que defendam nossos interesses, como ocorre com outras atividades”, justifica.

A criação de avestruzes ou a estrutiocultura, de acordo com Sakuma tem avançado no Brasil e atraído a atenção de outros países que vêm em busca da carne da ave. A atividade, afirma, já possui uma normativa oficial que a regulamenta. A ave também não é mais considerada uma espécie exótica, entretanto faltam linhas de crédito para incrementar a criação. “Melhoramos o plantel, mas ainda é insuficiente para atender a demanda. A exportação exige volume e constância na entrega”, explica. Sakuma diz não ter números oficiais mas estima que o plantel brasileiro esteja entre 200 mil a 250 mil avestruzes.

Além da falta de aves, as vendas para o mercado externo, na opinião de Sakuma ainda esbarram em outras exigências desses compradores, como rastreabilidade, normas sanitárias, e credenciamento de frigoríficos. A boa notícia, como informa, é que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está finalizando uma normatização com regras específicas para o abate dos avestruzes, que deverá ser editada em breve.

No Paraná, existem três cooperativas de produtores e o número de aves, pelos cálculos de Sakuma, é de aproximadamente 6 mil avestruzes. A Coontruz, criada há três anos, possui 41 associados, com um plantel de 650 matrizes. Na região de Londrina há outros 25 criadores independentes. “A atividade é lenta mas extremamente rentável, ideal para a agricultura familiar”, defende Sakuma.

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