Mulheres agricultoras são chave para reduzir pobreza e cortar pela metade a fome até 2015, diz estudo feito na União Europeia.
Mulheres contra pobreza
A União Europeia e outros grandes doadores devem aumentar a ajuda a pequenas propriedades rurais comandadas por mulheres em países em desenvolvimento se quiserem atingir a meta de cortar pela metade a fome até 2015, disseram os ativistas da campanha ActionAid nesta quarta-feira (21).
Os pequenos produtores rurais – cuja maioria é formada por mulheres – produzem cerca da metade da produção de comida do mundo e 90 por cento de toda a comida cultivada na África, disse a ActionAid em seu estudo “Fertile Ground”.
A ajuda a agricultores deveria aumentar para 40 bilhões de dólares anualmente, disse o estudo, no mesmo dia em que a Comissão Europeia afirmou que tomaria providências para cobrar os países da União Europeia a cumprir suas metas em donativos.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco
Os doadores dizem que somente 3,6 por cento de suas doações vão para a atividade agrícola e somente 10 por cento disso acaba com as mulheres que trabalham no campo, disse a ActionAid.
De acordo com as Metas do Milênio, os 192 países da Organização das Nações Unidas (ONU) se comprometeram a cortar a fome no planeta pela metade até 2015, entre outros objetivos.
Apesar disso, um executivo da UE disse que o número de pessoas passando fome no mundo aumentou nos últimos anos, para mais de 1 bilhão de pessoas.





















