Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,16 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,29 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.284,93 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.152,68 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,34 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Revista Avicultura Industrial

A evolução da nutrição de frangos de corte e as exigências legais na Avicultura Industrial de Outubro

Conheça a evolução da nutrição de frangos de corte e as diretrizes legais que moldam a avicultura industrial de Outubro

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A evolução da nutrição de frangos de corte e as exigências legais na Avicultura Industrial de Outubro

Frequentemente, nos debruçamos com mais detalhes sobre as nossas exportações, que no caso da carne de frango representa 35% aproximadamente (dados de 2024 – ABPA – Relatório Anual). Mas é importante destacar que a carne consumida dentro do país, é produzida sob os mesmos cuidados, uma vez que as estruturas necessárias para o sistema produtivo da carne é exatamente o mesmo, pois são as mesmas matrizes produtoras de ovos férteis, os mesmos incubatórios produtores de pintainhos, as mesmas fábricas de ração para alimentar os plantéis e os mesmos frigoríficos, inclusive, são as mesmas pessoas que fazem esse negócio acontecer.

Dito isso, é verdade que a produção de aves para exportação representa um dos pilares do agronegócio brasileiro, consolidando o país como referência mundial tanto na criação quanto no fornecimento de carne de frango e, em paralelo, de suínos, bem como de bovinos. Este cenário é resultado direto de décadas de aprimoramento tecnológico e científico, principalmente na área da nutrição animal, aliada ao rigoroso cumprimento das legislações nacionais e internacionais que regem o setor. Este texto tem como objetivo apresentar as principais estratégias nutricionais adotadas no setor avícola, traçando a evolução histórica das práticas alimentares, conectando os aspectos legais sob a supervisão do MAPA e alinhando-os às exigências dos mercados internacionais, incluindo os desafios relacionados aos contaminantes físicos, químicos e microbiológicos.

Evolução da Nutrição de Aves nos Últimos 50 Anos

A trajetória da nutrição de aves no Brasil pode ser dividida em três principais fases ao longo das últimas cinco décadas:

  • Décadas de 1970 e 1980: O início da produção integrada e o uso de rações convencionais, baseadas principalmente em milho e farelo de soja, marcaram o período. A nutrição era voltada para o fornecimento dos nutrientes essenciais (proteínas, energia, minerais e vitaminas) em níveis considerados suficientes para garantir o desenvolvimento e a produção básica das aves. Foi o momento em que o desafio era o ajuste do perfil nutricional das dietas de acordo com o potencial ou requerimentos nutricionais das aves.
  • Décadas de 1990 e 2000: O avanço da pesquisa científica e a introdução de tecnologias analíticas permitiram o desenvolvimento de rações balanceadas de forma mais precisa, com a introdução de aditivos nutricionais, enzimas, prebióticos e probióticos. Nesse período, além da preocupação com o desempenho zootécnico e eficiência alimentar, surge a busca por melhor rendimento de cortes nobres da carcaça. Foi também nesse período que foram introduzidas as rações pré-iniciais e a formulação de dietas passa a considerar o conceito de proteína ideal, consolidando o  maior uso de aminoácidos industriais. Foi também nessa década em que aspectos como a granulometria ou qualidade da moagem dos ingredientes passou a ser monitorada na indústria, sendo também difundido o uso de rações peletizadas e a consequente preocupação com a qualidade do pellet. 
  • Década de 2010 até o momento atual: A nutrição de precisão tornou-se palavra de ordem, com formulações baseadas no conceito de nutrição ideal, considerando não só a maximização do desempenho, mas também a saúde animal, o bem-estar, a sustentabilidade ambiental e a rastreabilidade. O uso de ferramentas como modelagem matemática, avaliação da biodisponibilidade dos nutrientes e monitoramento em tempo real do desempenho das aves tornou-se prática corrente. A preocupação com resíduos, contaminantes e restrições impostas pelos mercados internacionais guiou a formulação e o controle de qualidade das rações.

O resultado desse contínuo aprimoramento é a elevação dos padrões produtivos e sanitários do Brasil, colocando o país na posição de maior exportador mundial de carne de aves.

Hoje, a indústria de rações balanceadas precisa estar atenta e alinhada à legislação pertinente, para seu próprio êxito. A legislação que trata da produção de rações, em última instância, visa o sucesso das nossas criações, seja da porteira para dentro, seja da porteira para fora, disponibilizando alimentos seguros nas mesas dos nossos consumidores dentro e fora do nosso país.

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  • Milho - Indicador
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  • Soja - Indicador
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    R$ 175,29
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    Recife (PE)
    R$ 160,48
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