Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Revista

Panorama brasileiro da avicultura reforça expansão, resiliência e perspectivas positivas para 2026 no Anuário da Avicultura Industrial

A avicultura brasileira mostra crescimento e inovação, com um panorama positivo para 2026 no Anuário da Avicultura Industrial

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Panorama brasileiro da avicultura reforça expansão, resiliência e perspectivas positivas para 2026 no Anuário da Avicultura Industrial

A avicultura brasileira encerra 2025 consolidada como um dos pilares estratégicos do agronegócio nacional, combinando crescimento produtivo, inovação tecnológica e fortalecimento regional. Mesmo diante de desafios sanitários, exigências crescentes dos mercados e pressão por maior eficiência, o setor demonstrou capacidade de adaptação e coordenação entre produtores, cooperativas, agroindústrias e entidades representativas. O panorama apresentado no Anuário da Avicultura Industrial evidencia um segmento dinâmico, resiliente e essencial para a segurança alimentar, a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do país.

A análise por estados revela realidades distintas, mas convergentes em objetivos comuns. Na Bahia, a avicultura se afirma como força regional, com geração expressiva de empregos e investimentos voltados à postura comercial, inovação e sustentabilidade, além de iniciativas para fortalecimento técnico do setor. No Espírito Santo, o avanço ocorre de forma cautelosa, com destaque para a recuperação do frango de corte em 2025, enquanto a postura mantém estabilidade, em meio a desafios tributários e concorrenciais.

Minas Gerais reafirma sua relevância nacional com uma estrutura robusta de granjas de corte e postura, produção expressiva de carne de frango e ovos e foco crescente em biosseguridade e tecnologia, preparando o estado para ampliar participação em 2026. No Rio Grande do Sul, apesar de adversidades sanitárias que impactaram temporariamente as exportações, o setor manteve estabilidade produtiva, liderança em exportações de ovos e sinais claros de retomada para o próximo ano.

Santa Catarina reforçou sua posição de destaque nacional e internacional, sustentada por rigor sanitário, integração produtiva e abertura de novos mercados, superando desafios logísticos e sanitários por meio de cooperação entre os elos da cadeia. O Paraná manteve desempenho robusto, mesmo diante do desafio da influenza aviária, com diversificação de destinos de exportação, avanços em automação, integração e sustentabilidade, além de perspectivas positivas para produção e embarques em 2026.

Em São Paulo, 2025 marcou um ciclo de amadurecimento da avicultura, com ganhos em eficiência, sanidade e previsibilidade produtiva, além da ampliação de produtos de maior valor agregado. Goiás se destacou pelo crescimento consistente da avicultura de corte e da postura comercial, forte presença no mercado externo e modernização das granjas, apoiado por boa oferta de grãos e evolução logística. Já Mato Grosso do Sul consolidou a avicultura de corte com avanços em produtividade, biosseguridade e programas estruturantes, projetando crescimento responsável e sustentável para 2026.

De forma integrada, o Anuário da Avicultura Industrial mostra que o setor avícola brasileiro chega a 2026 fortalecido, tecnificado e alinhado às demandas globais. A continuidade desse avanço dependerá do reforço permanente da biosseguridade, do investimento em inovação, sustentabilidade e bem-estar animal, além da manutenção de estratégias coordenadas que assegurem competitividade, acesso a mercados e crescimento equilibrado da avicultura nacional.

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