Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
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Alta do frete interrompe queda no preço do frango no Brasil no fim de março

Valorização do petróleo em meio a tensões no Oriente Médio eleva custos logísticos e pressiona indústria avícola; apesar da reação recente, trimestre ainda registra forte desvalorização

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Alta do frete interrompe queda no preço do frango no Brasil no fim de março

O movimento de queda nos preços da carne de frango no Brasil, observado desde o início de 2026, foi interrompido nos últimos dias de março, conforme apontam dados do Cepea. A recuperação pontual dos valores esteve diretamente ligada ao aumento dos custos logísticos, especialmente do frete.

Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do petróleo no cenário internacional — impulsionada pelo conflito no Oriente Médio — tem elevado os preços do diesel no Brasil, pressionando o transporte de cargas. Como consequência, agentes da cadeia produtiva do frango de corte passaram a repassar esses custos ao mercado, interrompendo a tendência de baixa.

Levantamento do Cepea mostra que praticamente todos os produtos avícolas acompanhados registraram alta significativa entre os dias 24 e 31 de março. No atacado da Grande São Paulo, o frango congelado, que vinha acumulando queda expressiva ao longo do mês, reagiu na última semana. Até o dia 19 de março, o produto havia registrado desvalorização de 6,2%, mas encerrou o mês com leve recuo de apenas 0,3%.

Pressão logística muda dinâmica de preços

O encarecimento do frete tem sido um dos principais fatores de sustentação dos preços no curto prazo. A alta do diesel impacta diretamente o custo de distribuição, especialmente em um setor com forte dependência de transporte rodoviário, como o avícola.

Esse cenário evidencia a sensibilidade da cadeia de proteína animal às variáveis externas, como conflitos geopolíticos e oscilações no mercado de energia, que rapidamente se refletem nos custos internos.

Trimestre ainda é de queda expressiva

Apesar da reação observada no fim de março, o balanço do primeiro trimestre de 2026 segue negativo para os preços do frango. De acordo com o Cepea, o movimento baixista foi causado principalmente pelo descompasso entre a oferta elevada e a demanda interna mais enfraquecida.

No acumulado de janeiro a março, o frango inteiro congelado comercializado no atacado da Grande São Paulo registrou queda expressiva de 9,4%, refletindo um mercado ainda pressionado pelo excesso de produto disponível.

Perspectivas para o setor

A recente alta pontual nos preços indica uma possível mudança de trajetória no curto prazo, mas o comportamento do mercado seguirá condicionado a fatores externos, como o custo do petróleo e os desdobramentos do cenário internacional, além da recuperação — ou não — da demanda doméstica.

Para os próximos meses, agentes do setor devem manter atenção redobrada aos custos logísticos e à dinâmica de consumo, que continuarão sendo determinantes para a formação dos preços da carne de frango no Brasil.

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