Durante 2019 foram produzidos e ofertados para a rede de distribuição 22.407 gigawatts-hora (GWh) gerados por bagaço e palha.
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Em 2019, a atuação dos adidos agrícolas teve desempenho favorável nas negociações de acordos internacionais de comércio, na superação de barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias ao comércio e na promoção do agro brasileiro em missões oficiais. “Esses profissionais têm diálogo direto com as autoridades locais de cada país, objetivando reduzir entraves ao comércio agrícola”, observa Andressa Beig, coordenadora geral de Gestão dos Adidos Agrícolas.
Entre os destaques da atuação dos adidos em seus postos de atuação em 2019 estão a negociação da parte comercial do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, a superação de barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias ao comércio, com a abertura de mercado para exportações de diversos produtos brasileiros como carne, lácteos, arroz e melão e a promoção do agronegócio brasileiro em missões oficiais e feiras internacionais.
O balanço foi realizado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.
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Ampliação
No final de 2019 foram designados mais adidos para ocuparem as vagas tanto em novos postos como em substituição aos adidos de finalização de mandato. São os postos de FAO (Roma), Reino Unido (Londres), Lima (Peru), Singapura, China (2ª vaga), Rússia, EUA, Japão e União Europeia (2ª vaga).
Desta forma, o Ministério da Agricultura encerrou 2019 com uma estrutura de 22 postos e 24 adidos agrícolas. “Isso representa uma considerável ampliação da representação agrícola nas embaixadas do Brasil no exterior e franca evolução das negociações de interesse do agronegócio brasileiro”, salienta Andressa.





















