Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
Clima

NOAA alerta para retorno do El Niño em 2026 após fim da La Niña

A NOAA indica que a transição do La Niña para o El Niño será em 2026. Conheça as chances e o que isso pode significar

Compartilhar essa notícia
NOAA alerta para retorno do El Niño em 2026 após fim da La Niña

A National Oceanic and Atmospheric Administration confirmou que o fenômeno La Niña está em fase de encerramento e emitiu alerta para a formação de um novo episódio de El Niño no segundo semestre de 2026.

De acordo com o boletim mais recente, há 62% de probabilidade de o El Niño se estabelecer entre junho e agosto, com tendência de persistência até o final do ano. As chances aumentam progressivamente ao longo dos meses, alcançando 72% entre julho e setembro, 80% entre agosto e outubro e chegando a 83% no trimestre de outubro a dezembro.

Para o curto prazo, a agência projeta predominância de neutralidade climática, com 93% de probabilidade entre março e maio. Esse cenário começa a mudar entre maio e julho, quando a chance de neutralidade recua para 55%, indicando a transição para um novo ciclo climático.

Diferenças entre El Niño e La Niña

Os fenômenos estão associados às variações de temperatura das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal dessas águas, com elevação de pelo menos 0,5 °C em relação à média histórica. Já a La Niña ocorre quando há resfriamento de magnitude semelhante.

Para que sejam oficialmente caracterizados, esses eventos precisam se manter por, no mínimo, cinco trimestres consecutivos.

Impactos no clima e reflexos no agro

As mudanças entre os dois fenômenos provocam efeitos distintos sobre o regime de chuvas e temperaturas no Brasil. Em períodos de La Niña, o Sul tende a registrar clima mais seco, enquanto as chuvas se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Já no Centro-Oeste e Sudeste, as temperaturas costumam ser mais baixas.

Com a atuação do El Niño, o padrão se inverte: há maior risco de estiagens no Norte e Nordeste, enquanto o Sul pode enfrentar volumes elevados de chuva e eventos climáticos mais intensos.

A transição prevista para 2026 exige atenção do setor agropecuário, especialmente nas cadeias de grãos, proteína animal e aquicultura, que dependem diretamente das condições climáticas para produtividade, logística e custos de produção.

Referência: Valor Econômico

Assuntos Relacionados
boletimAIboletimSIel niño
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329