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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
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Parceria

Brasil e África do Sul colaboram nas áreas de bioenergia, bioeletricidade e biocombustíveis

O Brasil é hoje o segundo maior produtor e exportador mundial de etanol e 65% da safra de cana-de-açúcar do país é destinada à produção de etanol

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Brasil e África do Sul colaboram nas áreas de bioenergia, bioeletricidade e biocombustíveis

A Embaixada do Brasil na África do Sul deve sediar um fórum político de alto nível em Pretória em março de 2020, para destacar as oportunidades de colaboração Brasil-SA nos campos de Bioenergia, Bioeletricidade e Biocombustíveis.

Na matriz energética brasileira, que possui 45% de fontes renováveis, os derivados de cana representam mais de 17,0% da produção total de energia primária do Brasil, atrás apenas do petróleo e seus derivados (34,4%) e à frente da hidrelétrica (12,4%).

O Brasil é hoje o segundo maior produtor e exportador mundial de etanol e 65% da safra de cana-de-açúcar do país é destinada à produção de etanol – um aumento significativo em relação aos 54% em 2017/18. É proporcionalmente o maior consumidor de etanol em sua matriz de transporte (19%), com o etanol já substituindo 40% da gasolina.

Além disso, o bagaço é uma fonte de energia para a produção de vapor na fabricação de etanol e açúcar. A bioeletricidade gerada a partir da biomassa da cana-de-açúcar é parcialmente consumida nas plantas, contribuindo para garantir sua auto-suficiência, e parcialmente exportada para a rede nacional. Em 2018, 61% da biomassa de cana-de-açúcar na geração de bioeletricidade foi exportada para a rede, que nos últimos dez anos representou uma injeção total de 150 TWh.

A produção de etanol e bioeletricidade também proporcionou benefícios significativos em termos de criação de empregos e mitigação de emissões de gases de efeito estufa, evitando de 2008 a 2018 a emissão de 560 MtCO2. Ao usar biocombustíveis líquidos, o Brasil reduziu consideravelmente as emissões de material particulado (MP2.5), monóxido de carbono, formaldeídos, hidrocarbonetos reativos e outros compostos orgânicos voláteis precursores da poluição fotoquímica e formação de ozônio, contribuindo muito para a qualidade do ar urbano.

A África do Sul, que já conta com indústrias açucareiras competitivas, foi identificada pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) como tendo potencial para expandir a produção sustentável de bioenergia a partir da cana, o que pode contribuir para a consecução dos objetivos expressos no NDP 2030 e o IRP 2019. Para aproveitar seu potencial, discussões sobre estrutura política, conhecimento e tecnologia devem ocorrer.

A Embaixada do Brasil na África do Sul, com o apoio do APLA (Grupo Brasileiro de Etanol) e do Banco de Desenvolvimento da África Austral (DBSA), sediará um Fórum de Políticas para facilitar a cooperação e o diálogo entre especialistas, formuladores de políticas, reguladores e indústria representantes sobre como usar bioenergia, bioeletricidade e biocombustíveis na África do Sul. O Fórum de Políticas será realizado em Pretória na segunda-feira, 16 de março de 2020.

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