Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,76 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 209,26 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.210,08 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 208,53 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 185,84 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 176,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 180,04 / cx
Empresas

Biomassa e eólicas são opções para AES dobrar capacidade de geração até 2016

Foco da estratégia são empreendimentos de geração térmica, eólica ou híbrida, mas a expansão também poderá incluir investimentos em biomassa.

Compartilhar essa notícia
Biomassa e eólicas são opções para AES dobrar capacidade de geração até 2016

Enquanto aguarda um desfecho nas negociações com a Petrobras para garantir o suprimento de gás a uma termelétrica a ser erguida no interior de São Paulo, o grupo AES Brasil olha outras alternativas de investimento – incluindo aquisições – para cumprir com a meta de dobrar a capacidade de geração em cinco anos.

O foco da estratégia são empreendimentos de geração térmica, eólica ou hídrica, mas essa expansão também poderá incluir investimentos em biomassa. A investida nesse último segmento já foi discutida no passado e não chega a ser uma prioridade. Mas voltou a ser considerada como uma alternativa no caso de maior atraso na implantação da termelétrica que a AES Tietê pretende construir em Canas, município do Vale do Paraíba, em São Paulo.

A térmica faz parte do compromisso de ampliar em 15% o parque gerador da Tietê, empresa de geração do grupo, assumido na época da privatização da empresa. O projeto, contudo, ainda esbarra na falta de um acordo sobre o suprimento de gás pela Petrobras, o que já impediu o empreendimento de participar em dezembro de um leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A participação nos leilões de energia previstos para junho e agosto ainda depende de uma solução com a estatal, mas, paralelamente a isso, a companhia está partindo para a segunda fase do licenciamento ambiental do projeto. Após conseguir a licença prévia em outubro – o que já permite à empresa se inscrever nos leilões -, a AES vai solicitar, no segundo semestre, a licença de instalação à Cetesb. “De nossa parte, o projeto está pronto para ir a leilão”, diz o presidente da AES Brasil, Britaldo Soares.

Com investimento estimado em R$ 1,1 bilhão, a usina de Canas vai agregar 550 megawatts à capacidade de geração da empresa, o suficiente para atender a uma cidade de 5 milhões de pessoas. Depois de passar pelo leilão, o projeto levaria em torno de 36 meses para ficar pronto. Caso a térmica atrase por falta de gás, a biomassa seria uma alternativa possível para cumprir a expansão no Estado de São Paulo.

Mas para chegar aos 3 mil megawatts adicionais até 2016, a Tietê terá de realizar outros investimentos. “Existem oportunidades de aquisição de projetos em andamento. Alguns ativos podem ser negociados e olhamos isso como parte da estratégia”, afirma Soares. Inclusive fora de São Paulo.

Segundo o executivo, a empresa considera diversas possibilidades, que vão desde um projeto greenfield (que parte do zero) em eólicas até a sociedade com outras empresas para dividir custos em grandes hidrelétricas. A tendência, no entanto, será sempre a busca pelo controle. A empresa descarta apenas investir na geração térmica a partir do óleo diesel, uma fonte mais poluente.

Já a experiência de geração solar, implantada nos novos estádios do Corinthians e Palmeiras, na capital paulista, não será usada em larga escala. “É um projeto mais preocupado com a eficiência dos estádios”, afirma Soares.

Fora os novos empreendimentos em geração e eventuais aquisições, a AES Brasil pretende investir mais de R$ 5,5 bilhões na expansão orgânica de suas operações durante o período de 2012 a 2016. Desse total, R$ 4,7 bilhões vão para a distribuição, sendo a maior parte -R$ 3,5 bilhões – em desembolsos previstos na AES Eletropaulo. Só em 2011, a AES “conectou” 240 mil novos clientes.

Este ano, a expectativa é ampliar em 5% os aportes de R$ 1,3 bilhão de 2011, destinados à ampliação da rede, modernização das usinas, manutenção e aprimoramento dos serviços realizados ao longo do ano passado.

A maior parte dos investimentos em 2012 – R$ 841 milhões – deverá ser realizada pela Eletropaulo, referente ao plano de ação que inclui a contratação de eletricistas, modernização da rede e ampliação de canais de atendimento.

Soares conta que a companhia deve seguir no novo ciclo de investimentos uma “formulação clássica” de financiamento, que prevê 30% dos aportes com o dinheiro do caixa e a parcela de 70% restante em recursos de fontes do mercado, incluindo empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na quinta-feira, a AES Brasil divulgou lucro líquido de R$ 3,01 bilhões no ano passado, marcando crescimento de 35,2% na comparação com os ganhos de 2010. Na mesma base de comparação, o resultado operacional medido pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 17,1%, chegando a R$ 4,9 bilhões.

Assuntos Relacionados biomassa
Mais lidas

Atualizando dados.

Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,32
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,31
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,29
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,12
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,69
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,80
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 177,76
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 188,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 209,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,81
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,84
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,05
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.210,08
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.093,06
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 208,53
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 185,84
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 176,21
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 180,04
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341