Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,25 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,55 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,04 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,66 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 198,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 221,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,69 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,88 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,49 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.114,33 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 224,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 193,77 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 178,31 / cx
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Energia

Energisa assume controle do Grupo Rede

Ricardo Botelho, presidente da Energisa, afirma que restam agora apenas algumas condições precedentes no plano de recuperação judicial do Grupo Rede.

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Energisa assume controle do Grupo Rede

Com a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) da transferência do controle das oito distribuidoras do Grupo Rede, do empresário paulista Jorge Queiroz para a Energisa, foi encerrada ontem a última etapa formal para a conclusão do negócio. A Energisa ampliará, de cinco para 13, o número de concessionárias e se tornará o quinto maior grupo de distribuição do país (atrás apenas de Neoenegia, CPFL, Cemig e AES Eletropaulo), com cerca de 6 milhões de clientes e uma fatia de 8% do mercado. A previsão é que a receita anual líquida quase triplique, passando de R$ 2,9 bilhões para aproximadamente R$ 8 bilhões.

Segundo o diretor-presidente da Energisa, Ricardo Botelho, resta agora apenas algumas condições precedentes no plano de recuperação judicial do Grupo Rede, aprovado por credores e homologado pela Justiça de São Paulo. Entre as questões estão a aprovação do negócio pela BNDESPar, que possui participação acionária nas distribuidoras do Grupo Rede. A expectativa do executivo é que todas as questões sejam resolvidas até 15 de abril, prazo dado pela Aneel para que a Energisa assuma a operação das distribuidoras, que estão em intervenção desde agosto de 2012.

“Do ponto de vista formal, já temos as autorizações. Não acredito que [as condições precedentes] vão representar maiores embaraços e esperamos tê-las resolvidas em breve. Essa não é uma transação convencional. Ela envolve a cessão de créditos de uma empresa que está em recuperação judicial e uma intervenção federal sob oito distribuidoras” afirmou Botelho ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Em paralelo às ações para a conclusão da operação, os executivos da Energisa já estão realizando reuniões com os interventores das distribuidoras. O objetivo, explica Botelho, é realizar a transição de forma segura.

As primeiras medidas no comando das distribuidoras do Rede será adaptar a administração das empresas para o modelo de gestão da Energisa e iniciar o pagamento de pendências financeiras das concessionárias. O plano de recuperação das empresas aprovado pela Aneel prevê um aporte mandatório de capital de R$ 1,2 bilhão nas empresas.

Os recursos serão destinados principalmente ao pagamento de empréstimos mútuos criados entre as distribuidoras e a holding. Outra parte será utilizada para o pagamento de compra de energia feita no passado, que está atrasado, e para o pagamento de débitos de encargos setoriais.

Além disso, a Energisa prevê investir cerca de R$ 3,3 bilhões nas oito distribuidoras do Rede até 2017. O objetivo é melhorar a qualidade do serviço. O valor equivale a 35% a mais do que foi investido nas empresas entre 2009 e 2011. “Temos que modernizar a infraestrutura como um todo. Existe uma carência de anos”, disse o executivo.

A Energisa também tem o compromisso de desembolsar R$ 1,95 bilhão aos credores do Grupo Rede, no âmbito do plano de recuperação judicial, homologado pela Justiça de São Paulo.

O diretor-presidente da Energisa explicou que, para fazer frente ao aporte imediato necessário e pagar parte dos credores, a companhia já tem aprovada uma linha de crédito de R$ 2 bilhões com um grupo de bancos. A empresa também pretende fazer um “reperfilamento” da dívida remanescente das distribuidoras. Segundo Botelho, de forma geral, a dívida das concessionárias é elevada e de prazo curto.

Durante a reunião de ontem que aprovou a troca do controle das distribuidoras do Rede, o relator do processo, o diretor da Aneel José Jurhosa Junior, informou que foi atestado que a Energisa tem “fonte de liquidez” suficiente para assumir o comando das concessionárias, mesmo com os desafios operacional e financeiro, e até enfrentar eventual cenário desfavorável no setor.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino comentou que algumas das distribuidoras do Grupo Rede estão em situação crítica e levarão um período longo para se recuperar. “No Mato Grosso, por exemplo, a Cemat talvez seja a que tenha um grande desafio junto com a Celtins [no Tocantins]. As situações delas são mais complexas, tanto pela questão econômico-financeira como pelo mercado que atendem, com necessidade de investimento e o tamanho da concessão que têm. Já a Enersul está numa situação bastante confortável, certamente está muito mais próxima desse ponto de equilíbrio”, afirmou.

A Energisa atua hoje em quatro Estados através de cinco empresas: Energisa Paraíba e Energisa Borborema (PB); Energisa Minas Gerais (MG); Energisa Sergipe (SE); e Energisa Nova Friburgo (RJ). Com a operação, o grupo entrará em cinco Estados através da Cemat (MT); Enersul (MS); Celtins (TO); Caiuá, Bragantina, Nacional e Vale Paranapanema (SP); e Força e Luz do Oeste (PR).

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