Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,77 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,59 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,66 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.175,36 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.087,75 / t
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Economia

Cenário externo e quadro político fazem dólar subir pelo quarto dia

O dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, tinha alta de 0,63%, cotado a R$ 3,630.

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Cenário externo e quadro político fazem dólar subir pelo quarto dia

As preocupações com o crescimento da China, dados econômicos nos Estados Unidos e o clima de instabilidade política no Brasil pressionam o dólar nesta quarta-feira (26) e fazem a moeda subir pelo quarto dia seguido. Já a Bolsa brasileira avança pela segunda sessão consecutiva.

Às 15h07, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, subia 2,06%, para R$ 3,639. O dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, tinha alta de 0,63%, também para R$ 3,630, no horário.

A valorização do dólar ocorre em linha com o exterior. Das 24 principais moedas emergentes, apenas duas tinham força para se apreciar em relação à divisa americana às 15h07.

O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, sobe pelo segundo dia, acompanhando os EUA. Às 15h07, índice tinha alta de 2,04%, para 45.454 pontos.

O dia é de instabilidade nos mercados mundiais, após as medidas anunciadas pelo banco central chinês não surtirem efeito sobre as Bolsas do país.

Na terça-feira, após o fechamento dos mercados chineses, o banco central cortou a taxa de juros de empréstimos e flexibilizou o nível de compulsório para os bancos.

Apesar disso, a Bolsa de Xangai, a mais importante da China, se desvalorizou pelo quinto dia seguido. O índice composto teve queda de 1,27%. Já a Bolsa de Shenzhen caiu 3,05%, também pela quinta sessão. Em uma semana, os índices acumulam desvalorização de 22,85% e 23,68%, respectivamente.

“As preocupações com a China persistem, as questões políticas aqui pesam. Isso tudo aumenta a volatilidade do mercado, que tende a ficar forte nos próximos dias”, afirma Lauro Vilares, analista da Guide Investimentos.

Nesta quarta-feira, o banco central chinês injetou 140 bilhões de yuans no sistema bancário em uma tentativa de combater a fuga de capitais do país, provocada pela desvalorização do yuan.

Aqui, os investidores analisam a piora do cenário político. A maioria dos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) votou pela reabertura de uma das ações propostas pela oposição que pede a cassação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer.

“É mais um elemento que joga contra a governabilidade”, avalia Marco Aurélio Barbosa, analista da CM Capital Markets, em relatório. “Em caso de impugnação da chapa, cairia tanto a presidente como o vice, como já dissemos anteriormente. Ai fica a dúvida de qual seria o comportamento do PMDB”.

“Em nossa opinião, a discussão sobre impeachment tem um componente prático que é aumentar o risco. Não fica claro se isso vai ocorrer no curto prazo, mas serve de combustível para aumentar a volatilidade”, avalia.

Exterior

Na Europa, as principais Bolsas fecharam em baixa. Em Londres, o índice FTSE-100 recuou 1,68%, a 5.979 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,29%, para 99.997 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,40%, para 4.501 pontos.

Em Milão, o índice FTSE-MIB teve desvalorização de 0,81%, a 21.473 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,29%, a 99.984 pontos. Em Lisboa, o índice PSI-20 se desvalorizou 0,99%, para 5.164 pontos.

As Bolsas americanas, que fecharam em baixa na terça-feira, se recuperam nesta sessão. Às 15h06, o índice Dow Jones tinha alta de 2,12%, enquanto o S&P 500 avançava 1,92% e o índice da Bolsa de Nasdaq subia 2,19%.

O Departamento do Comércio americano informou nesta quarta que as encomendas de bens de capital fora do setor de defesa e excluindo aeronaves subiram 2,2% no mês passado, maior aumento desde junho de 2014. O crescimento veio na sequência de uma alta de 1,4% em junho, segundo números revisados. Já as encomendas de bens duráveis como um todo subiram 2,0% em julho.

O dado reforça a recuperação da economia americana, mas talvez não seja suficiente para que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) eleve os juros no país ainda este ano —decisão que tornaria os títulos americanos mais atrativos e pressionaria o dólar em alta, com a saída de investidores de países emergentes, mais arriscados.

Na ata referente ao último encontro do comitê de política monetária do Fed, os membros da autoridade monetária já expressavam preocupação com a China. Diante das turbulências registradas na última semana, podem ficar mais propensas a elevar os juros apenas em dezembro. Há quem aposte em um aumento apenas em 2016.

Ações

As ações da Vale sobem nesta quarta-feira. Às 15h04, os papéis preferenciais —mais negociados e sem direito a voto— da mineradora tinham alta de 0,65%, para R$ 12,35. No horário, as ações ordinárias —com direito a voto— subiam 2,01%, para R$ 15,66. Os preços do minério de ferro subiram pelo segundo dia.

As ações da Petrobras também sobem, embora os preços do petróleo no exterior não firmem tendência. Às 15h05, as ações preferenciais da estatal subiam 2,40%, para R$ 8,09, enquanto as ordinárias subiam 2,92%, para R$ 9,14, no horário.

Os papéis do Itaú Unibanco tinham alta de 2,82%, para R$ 26,54, às 15h05, enquanto os papéis preferenciais do Bradesco avançavam 2,13%, para R$ 23,44, no horário.

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