Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Transporte

Scania vai começar a produzir caminhões movidos a biometano

Segundo estimativas das duas companhias, o caminhão será 30% mais caro que o tradicional por causa da tecnologia. No entanto, o custo de manutenção será 10% menor. 

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Scania vai começar a produzir caminhões movidos a biometano

A Scania vai começar a produzir caminhões movidos a biometano na fábrica de São Bernardo do Campo no primeiro trimestre de 2020. 

Para levar adiante a inovação, a Scania fez uma parceria com a ZEG, empresa dedicada à geração de energia renovável e que será responsável pela produção do biometano utilizado pela montadora. Produzido de forma descentralizada, em fábricas de média escala, o insumo poderá ser utilizado em qualquer dispositivo abastecido com gás natural, como equipamentos industriais, máquinas agrícolas e veículos.

Segundo estimativas das duas companhias, o caminhão será 30% mais caro que o tradicional por causa da tecnologia. No entanto, o custo de manutenção será 10% menor. Com isso, quem comprar o caminhão movido a biometano levará dois anos para compensar o preço mais alto de compra. “Depois desse período, é só ganho”, afirma Christopher Podgorski, presidente da Scania no Brasil.

Os clientes que comprarem o caminhão terão a opção de utilizar postos de abastecimento instalados pela ZEG, caso fechem um contrato com a empresa de energia. A ZEG se propõe a instalar o posto em local acordado com o comprador, utilizando o GasBio, nome do combustível produzido pela companhia.

Movimento na Europa. Segundo Podgorski, o começo da produção no Brasil segue um movimento iniciado pela montadora sueca na Europa há dois anos. Em 2018, foram vendidos 4.540 veículos comerciais movidos a combustíveis alternativos, o equivalente a 4,5% de todas as vendas da marca no mundo.

“Temos a percepção de que, como uma empresa do setor de transporte, somos parte do problema da emissão de gases que contribuem para o efeito estufa”, disse. “Então, queremos também ser parte da solução.” Hoje, praticamente todos os caminhões vendidos no Brasil são movidos a diesel.

A fabricação do caminhão movido a biometano é resultado de um investimento da Scania de R$ 21 milhões, como parte do seu plano de aporte de R$ 2,6 bilhões no Brasil entre 2017 e 2020. Com o início da produção no País, a Scania estará pronta para vender o modelo aqui e exportá-lo a todos os mercados nos quais atua.

Podgorski não revelou quantas unidades serão produzidas inicialmente, mas disse que a ideia é aumentar o volume aos poucos, conforme a demanda. Segundo ele, o produto é viável do ponto de vista industrial, de mercado e economicamente. “Além disso, a utilização de um combustível que usa fontes renováveis em um caminhão significa a redução de 90% da emissão de gases que contribuem para o efeito estufa”, disse.

O presidente da ZEG, Daniel Rossi, diz estar conversando com três grandes grupos frotistas para que utilizem o caminhão movido a biometano. Somadas, elas contam com uma frota de 300 a 400 veículos pesados.

O objetivo da empresa será buscar clientes do agronegócio, priorizando regiões com gargalos de infraestrutura.

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