A indústria gaúcha de carne de frango do Rio Grande do Sul corre o risco de perder o mercado chinês que, em 2004, importou 191 mil toneladas até o embargo decorrente da febre aftosa na Amazônia.
Frango para a China
Redação AI 14/04/2005 – A indústria gaúcha de carne de frango do Rio Grande do Sul corre o risco de perder o mercado chinês que, em 2004, importou 191 mil toneladas até o embargo decorrente da febre aftosa na Amazônia. Conforme o Ministério da Agricultura, a China teria habilitado apenas os frigoríficos Perdigão, de Goiás, e Seara, de SP, além de três de carne bovina.
Conforme o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Aristides Vogt – que discute a medida hoje, em Brasília -, são justamente as duas unidades visitadas pelos técnicos do Ministério da Quarentena enviados pelo governo chinês em janeiro. “As plantas visitadas sequer eram as melhores daquelas indústrias, que também não devem aceitar essa decisão.” No seu entendimento, trata-se de um engano que deve ser corrigido pelo Mapa, que envia uma missão oficial a Pequim na próxima semana para negociar os critérios de habilitação.
“Senão, vamos pressionar o ministério para que emita nova portaria interna. Há um acordo entre os dois países, em operação até o final de junho, que prevê a indicação pelo Brasil das plantas aprovadas para exportar.”
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Segundo Vogt, estão habilitados para embarcar cortes de aves para a China os frigoríficos Doux Frangosul, de Montenegro; Avipal, de Porto Alegre; e Penasul, de Caxias do Sul; além de Perdigão, de Marau; e Sadia/Minuano, de Lajeado, cuja matriz é Santa Catarina.





















