Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx

Rússia deve rever sistemas de cotas

A Rússia prometeu ao Brasil que vai re-examinar a resolução estabelecendo o sistema de cotas de importação de carnes, que reduziu o acesso das exportações brasileiras ao mercado russo e direcionou o volume para produtores dos EUA.

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Da Redação 19/02/2009 – Mas os russos pararam por aí. Não deram garantias de que vão atender à demanda brasileira de recuperar os volumes de exportação este ano. Alegam que precisarão levar em conta a crise financeira global, que desvalorizou o rublo em um terço e afeta importações.

Empresas brasileiras que participaram recentemente de uma feira de negócios em Moscou disseram a funcionários do governo brasileiro que está havendo forte contração nos contratos de importação russa. Normalmente, o importador paga 30% quando a mercadoria é embarcada e outros 70% na chegada. É quando tem que liquidar os contratos em rublo, agora fortemente desvalorizado.

Uma missão brasileira formada por representantes do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento e o Itamaraty esteve esta semana em Moscou para manifestar formalmente o "inconformismo" do país com a mudança no sistemas de cotas e a elevação de tarifas extra-cotas, especialmente para carnes de frango e suína.

Para o Brasil, a Rússia mudou as regras do jogo. A cota destinada a outros países, na qual o Brasil está incluído, foi reduzida de 197 mil toneladas para 177 mil toneladas no caso da carne suína. Os russos acabaram também com a cota destinada a retalhos de carne suína, que era de 32 mil toneladas. Essa redução no acesso brasileiro serviu para aumentar a cota dos EUA. No caso do frango, os brasileiros também saíram perdendo bastante.

Paralelamente, o representante do Itamaraty, Carlos Consandey, se reuniu com o principal negociador russo para a adesão do país na Organização Mundial do Comércio (OMC), Maxim Medvedkov. E avisou que a discriminação contra a carne brasileira "cria repercussão" no apoio de Brasília à entrada russa na entidade. O Itamaraty não chegou a ameaçar com retirada do apoio a Moscou, mas insistiu que o país "não está nada contente" com a medida que afetou as suas exportações. A Rússia, portanto, não pode contar com apoio irrestrito.

O resultado foi a fixação de nova reunião em abril, quando o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, volta a Moscou. Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, os negociadores têm que se concentrar num objetivo: "O Brasil deve insistir em obter melhor cota este ano, porque os EUA insistiram e levaram 50 mil que foram retiradas do Brasil".

"Deixamos claro ao lado russo que esperamos que reveja ainda este ano o sistema de cotas para permitir melhor acesso dos exportadores brasileiros", disse o embaixador brasileiro em Moscou, Carlos Antonio da Rocha Paranhos.

Além disso, o Brasil avisou que, como grande exportador, deseja ser consultado sobre o regime de importação de carnes que vai vigorar a partir de 2010. O Brasil prefere que não haja cotas – somente tarifas. Mas, se cota houver, que seja na base da "nação mais favorecida", de forma que os mais competitivos tenham melhores condições.

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