Stephanes afirmou que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está totalmente à disposição das empresas para discutir o tema, mas lembrou que não existe ainda um pacote pronto para apoiar o setor.
Medidas para frigoríficos precisam ser analisadas com mais profundidade, afirma Stephanes
Redação (17/03/2009) – "É preciso analisar com mais profundidade para se ter clareza da situação dos frigoríficos no Brasil", declarou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, durante audiência pública na Comissão de Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), do Senado Federal. Estão em discussão os impactos da crise financeira internacional sobre a indústria frigorífica brasileira e os problemas da pecuária de corte. Stephanes afirmou que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está totalmente à disposição das empresas para discutir o tema, mas lembrou que não existe ainda um pacote pronto para apoiar o setor. Ele acrescentou que os grupos de frigoríficos têm situações diferentes e não é possível adotar uma medida geral para todo o segmento. O ministro ressaltou que o mercado brasileiro de carnes cresceu bastante. “No momento, o governo está analisando os impactos da crise para encontrar o melhor caminho, não só para o setor de carne bovina, como para os de suínos e aves, que também sentem os reflexos da crise”. Em relação às taxas para os Adiantamentos de Contratos de Câmbios (ACC), muito utilizados pelos exportadores, Stephanes informou que tem discutido com o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) a necessidade de tornar o acesso ao crédito mais rápido e de redução da taxa cobrada. Couro – O ministro Reinhold Stephanes é favorável à retirada da tarifa de exportação que incide sobre o couro brasileiro. “O País produz entre 40 e 45 milhões de peças de couro, mas só consome internamente doze milhões por ano e não faz sentido está tarifa”, completou.Leia também no Agrimídia:





















