Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx

Crédito é maior ameaça para o agronegócio brasileiro

Essa avaliação foi feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Redação (24/03/2009) –  Recuo na oferta e custo mais alto do crédito, além da queda no investimento estrangeiro direto, representam os mais sérios riscos para a agropecuária dos países emergentes nesta crise financeira global. Essa é a avaliação da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, que reúne 30 dos países mais ricos do mundo).

No caso brasileiro, a dificuldade aumenta pela constante renegociação de dívidas agrícolas. "Adiar pagamentos prejudica o funcionamento do mercado de crédito e eleva o risco para o sistema bancário", diz Ken Ash, diretor de Agricultura e Comércio da OCDE. Esses recursos deveriam ir para infraestrutura, área em que o Brasil apresenta dificuldades, afirma Olga Melyukhina, economista da Diretoria de Agricultura e Comércio. Embora o agronegócio seja um setor "relativamente forte, o país anda não desenvolveu um sólido sistema de crédito rural", diz. O Brasil foi um dos países analisados no relatório "Políticas Agrícolas em Economias Emergentes", divulgado na semana passada.

Os outros foram Chile, China, Índia, Rússia, África do Sul e Ucrânia. Embora nenhum integre a entidade, a OCDE sugeriu a todos que resistam à "tentação do protecionismo", diz Andrzej Kwiecinski, analista de política agrícola. O ideal é evitar ações imediatistas, como reduzir ou suspender tarifas de importação, ou impor barreiras de exportação, por meio do aumento ou da criação de taxas. Isso pode até ampliar a oferta de alimentos nos países exportadores a curto prazo, mas, ao reforçar a autossuficiência, há o risco de elevar a instabilidade dos preços agrícolas, além de reduzir o comércio global. Segundo a OCDE, o melhor é que os emergentes invistam em pesquisa, infraestrutura, treinamento e marketing. Como medida de curto prazo, Kwiecinski elogiou o Chile, que concentrou o apoio oficial ao beneficiar o acesso de consumidores a alimentos básicos.

Água

A OCDE também apresentou, no 5º Fórum Mundial da Água, em Istambul (Turquia), um outro relatório. Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, defendeu a revisão das formas de financiamento dos serviços relacionados à oferta de água. Segundo Gurría, os países em desenvolvimento precisam gradualmente chegar a sistemas baseados em tarifas capazes também de proteger quem tenha menos condição de pagar pela água. A OCDE apurou que, de cada dólar investido para gerenciar recursos hídricos, os benefícios econômicos somam de US$ 4 a US$ 12. "É uma boa estratégia para países como o Brasil, ricos em água", diz Brendan Gillespie, pesquisador da Diretoria de Ambiente.

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