Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
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Bunge vê crédito ainda restrito na safra

Empresa prevê um cenário mais favorável ao produtor, mas ainda com crédito restrito a produtores considerados de baixo risco.

Mesmo com sinais de um cenário positivo para preços, custos de produção e inadimplência, os produtores rurais devem enfrentar mais uma temporada de acesso restrito ao crédito privado na nova safra de grãos 2009/10, que começa a ser plantada em setembro.

Maior exportadora do agronegócio brasileiro e tradicional financiadora do setor, a Bunge Brasil prevê um cenário mais favorável ao produtor, mas ainda com crédito restrito a produtores considerados de baixo risco e menos endividados no sistema financeiro. “Entramos na nova safra com risco menores de inadimplência. Mas vamos continuar muito rigorosos com a concessão de crédito, assim como fizemos nas últimas duas safras”, afirma o diretor de comunicação e marketing corporativo da Bunge, Adalgiso Telles, em visita ao Valor. “A combinação de nível de endividamento baixo com rigor no crédito é bom para a saúde financeira do setor”, diz ele.

Multinacional com sede nos Estados Unidos, a Bunge mantém relação comercial com 30 mil produtores rurais e adquire, a cada safra, cerca de 15 milhões de toneladas de soja, trigo, milho, caroço de algodão, sorgo, girassol e açúcar. Em operações de “soja verde”, vendas a fixar e preço fixo, a empresa responde por boa parte do crédito privado de tradings que sustentam cerca de um terço das necessidades de financiamento do setor rural.

Otimista, a direção da Bunge Brasil aposta que a próxima safra será embalada por preços das commodities acima das médias históricas em razão da forte demanda da Ásia, sobretudo da China, e das quebras de safra na Argentina e nos EUA. A empresa avalia que os preços dos insumos devem ficar bem abaixo da última safra, quando a disparada dos fertilizantes comprometeu uma boa fatia da renda dos produtores.

“Será um ano razoavelmente bom para o agronegócio. A qualidade do crédito foi maior, e as indústrias entrarão bem a safra”, afirma Adalgiso Telles. “Será o ano do produtor rural com endividamento mais baixo, derivado justamente do rigor creditício das últimas duas safras, o que protegeu e deu musculatura a produtores e indústrias”

O cenário deve ser menos pródigo a produtores em situação de maior risco e poucas garantias reais. “A reclamação [de escassez no crédito privado] vem de produtores de mais risco, sem garantia, o que gera exposição maior para indústria e para eles”, diz o diretor da Bunge. “Mas aí se trabalha com prazos menores, de 30, 60 dias”.

Dona de mais de 300 unidades no Brasil, entre indústrias, centros de distribuição, silos e instalações portuárias, a Bunge lidera o ranking da chamada originação de grãos e do processamento de soja e trigo, além da produção de fertilizantes, ingredientes para nutrição animal, fabricação de produtos alimentícios e e serviços portuários. Em 2007, a Bunge Brasil teve receita bruta de R$ 22,5 bilhões. Já a Bunge Alimentos faturou R$ 23,4 bilhões no ano passado.

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