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H1N1

H1N1 em suínos na Argentina

Presença do vírus H1N1 em suínos na Argentina faz país declarar alerta sanitário nacional. Mapa e Abipecs têm reforçado controles de biossegurança no Brasil.

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O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina confirmou hoje (17/07) a contaminação de suínos pelo vírus influenza A (H1N1). Diante da ocorrência o país declarou alerta sanitário nacional. A resolução foi publicada no Dário Oficial da Argentina desta sexta-feira. A doença em suínos foi confirmada por análise de laboratório em uma fazenda da província de Buenos Aires.

“Este novo vírus tem sido considerado como doença emergente em suínos e em seu caráter de obrigatoriedade de ser denunciado e comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal”, diz trecho do documento.  O texto  ressalta ainda que a declaração de alerta sanitário facilita o uso de recursos para a adoção de ações sanitárias e técnicas extraordinárias e de biossegurança que ajudem na prevenção e controle da enfermidade. 

A confirmação da contaminação dos suínos na Argentina gerou reação imediata no Brasil.

Em comunicado, a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) afirma que, desde o surgimento do primeiro foco da gripe A (H1N1), a entidade e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reforçaram os cuidados com a biosseguridade das propriedades suinícolas. “Desde o primeiro foco de influenza A (H1N1), erroneamente chamado de gripe suína, o Mapa, com apoio e participação da Abipecs e suas empresas associadas, vem atuando no sentido de reforçar os controles de biossegurança das granjas que já acompanhavam os critérios existentes nos principais países produtores”.As declarações de Camargo Neto foram feitas após o anúncio do Senasa na Argentina.

“No Brasil, controles redobrados com a saúde dos produtores e seus funcionários, que lidam com os suínos, foram adotados, proibindo que qualquer pessoa, mesmo com indícios de que qualquer enfermidade tivesse contato com os animais. Cuidados adicionais com a entrada e saída de materiais e insumos foram também adotados”, comenta o presidente da Abipecs.

Camargo Neto reforça: “observamos que os critérios de biossegurança visam a proteger o rebanho suíno do contágio da doença por meio do contato com humanos e não o inverso. Não é no rebanho animal que a doença tem sido identificada, e sim na população”.

Ele acrescenta: “Reiteramos informações anteriores que a influenza A (H1N1) não é transmitida pelo consumo de carne suína e que não foi identificado nenhum animal doente no Brasil. O caso identificado na Argentina, assim como o anteriormente identificado no Canadá, deve ser considerado com muito cuidado em seus países de origem. O Brasil, felizmente, possui seu sistema produtivo moderno e com critérios de biossegurança que garantem a saúde do rebanho suíno”.

Camargo Neto conclui: “a epidemia tem sido devidamente tratada pelo Ministério da Saúde com grande atenção e competência, destacando tratar-se de episódio de saúde pública e não de saúde animal. A Organização Mundial de Saúde também tem orientado e acompanhado esta epidemia”.

ABCS – O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Irineu Wessler,  também se manifestou sobre o assunto. Segundo ele, o fato não é novo,  já tendo ocorrido há cerca de 45 dias.

“Devemos prestar atenção mesmo é ao fato de que a Argentina baixou um alerta sanitário para proteger o seu rebanho suíno”, disse Irineu.  “No Brasil, igualmente, devemos ter o cuidado de evitar que pessoas com suspeitas de terem contraído a doença entrem em contato com os animais “, concluiu Wessler.

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