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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,57 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,59 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,12 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.182,38 / t
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Meio ambiente

O preço da redução

Corte de emissões de gases de efeito estufa no setor industrial vai exigir megainvestimento. AIE estima que indústria global terá de investir até US$ 11 trilhões.

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Uma ideia do custo que o setor industrial terá para reduzir suas emissões de gases e produzir com tecnologia mais limpa foi dada por um estudo divulgado ontem (15/09) pela Agência Internacional de Energia (AIE).

Segundo a entidade, a maioria das opções tecnológicas para reduzir as emissões de gases que causam o efeito estufa no setor industrial globalmente implica custos entre US$ 50 e US$ 100 por tonelada de CO2, mas pode chegar a US$ 200 em certos casos.

A utilização dessas tecnologias significaria assim a necessidade de investimentos globais entre US$ 8,7 trilhões e US$ 11 trilhões na indústria para reduzir as emissões até 2050 aos níveis atuais.

Para a AIE, serão inevitáveis ações globais para descarbonizar o setor elétrico e reduzir a intensidade de emissões de gases em setores-chave, como siderúrgico, cimento, papel, químicos e petroquímicos, alumínio.

A entidade calcula que as emissões diretas da indústria podem ser cortadas significantemente por uma combinação de eficiência energética, reciclagem e recuperação energética. Sugere misturar eficiência energética, a forma mais barata para baixar emissões, com “encorajamento” para o setor privado investir em produção menos poluidora.

A AIE estima que o setor industrial já pode reduzir o consumo de energia entre 20% e 30% se utilizar a melhor tecnologia atualmente disponível no mercado. Mas alerta que isso não será suficiente para reduzir as emissões de efeito estufa, já que a demanda global por energia deve mais que dobrar até 2050.

Para a AIE, China, Índia, México e África do Sul adotaram políticas ou lançaram programas que vão na direção correta, desde a expansão do uso de energia renovável e nuclear até mais políticas de eficiência energética.

O crescimento da produção industrial tem sido dominado desde 1990 por China, Índia e outros países da Ásia. Eles representam juntos mais de 80% da alta da produção no período. O cenário da AIE sugere que, nos próximos 20 anos, haverá outra mudança importante no crescimento da produção industrial.

Na China, ela deve estagnar ou, como no caso da produção de cimentos, declinar. Mas na Índia, em outros países asiáticos, na África e no Oriente Médio o desenvolvimento industrial pode ser acelerado. Os países ricos devem ter uma demanda estagnada ou em modesto crescimento. A produção também deverá subir na América Latina.

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