Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Economia

Preços agrícolas

Cresce pressão agrícola sobre a inflação. Ainda foram significativos os reflexos das chuvas sobre os preços do setor.

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Preços agrícolas

Ainda foram significativos os reflexos das chuvas sobre os preços agrícolas praticados no campo e no atacado paulistas em fevereiro. A entressafra de alguns produtos e o menor plantio de outros também pesaram, mas as consequências das precipitações acima da média nos últimos meses tiveram papel decisivo nas fortes valorizações observadas.

Como informou ontem o Valor, o IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários de São Paulo pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado -, fechou fevereiro com alta de 10,26%, a maior variação desde que o indicador foi relançado com novas ponderações, em fevereiro de 2007. O salto foi determinado pelo comportamento das cotações no grupo de produtos de origem vegetal, que, em média, subiu 13,24% no mês.

A disparada foi liderada por ganhos obtidos na venda de laranja para mesa (93,42%), tomate para mesa (75,62%) e laranja para indústria (34,25%). Segundo o IEA, as “laranjas” refletiram a combinação entre entressafra, redução ainda maior da oferta graças a chuvas na florada da safra, no segundo semestre do ano passado, e aumento da demanda por causa das elevadas temperaturas nos meses de calor. Já o tomate sofreu com as chuvas recentes, que “quebrou” a regularidade das entregas dos produtores.

Pelo mesmo motivo, o tomate está entre os produtos que mais subiram na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) em fevereiro e no primeiro bimestre. No mês passado, aumentou 60,89%. No Índice Ceagesp, que mede o comportamento de uma cesta de 105 produtos frescos e referencia as oscilações no atacado paulista, o tomate faz parte da categoria “legumes”, que subiu 17,31% em fevereiro.

Em geral, o Índice Ceagesp subiu expressivos 10,52% no mês passado, o que elevou a variação positiva do primeiro bimestre para 11,44% e o salto nos últimos 12 meses para 12,45%. “As chuvas e as altas temperaturas acentuaram a redução no volume ofertado de legumes e verduras. Já a qualidade das folhas e dos legumes mais sensíveis ao tempo também foram bastante prejudicados. Com isso, os preços desses setores continuam extremamente elevados”, informou a Ceagesp.

Em fevereiro, a valorização das verduras superou inclusive a dos legumes. Foi de 19,01%, com destaque para salsa (53,81%) e repolho (34,34%). As frutas, alavancadas pela disparada de 48,97% da laranja pera, subiram, em média, 10,25% no mês. Mas alternativas como o abacaxi havaí, por exemplo, tiveram queda de preços (22,56%). Com altas como a de 15,95% do ovo branco, o grupo “diversos” subiu 5,82%. E os pescados, finalmente, subiram 2,3%.

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