Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 170,55 / cx
Avicultura

Câmara de Sustentabilidade da Ubabef

Associação Catarinense de Avicultura comanda a câmara que discutirá aspectos da avicultura industrial.

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Câmara de Sustentabilidade da Ubabef

Nos principais alicerces do novo modelo de gestão da União Brasileira de Avicultura (Ubabef) estão as 12 Câmaras Setoriais cujo objetivo é democratizar a discussão sobre todos os aspectos que envolvem a vasta e complexa cadeia produtiva da avicultura industrial. A primeira a entrar em funcionamento foi a Câmara de Sustentabilidade e Relações Laborais, cuja instalação ocorreu em 27 de maio, na sede da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), em Florianópolis.

Presidida pelo diretor executivo da Acav, Ricardo Gouvêa, a Câmara da continuidade ao trabalho realizado pelo grupo formado por Acav, Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav, Porto Alegre/RS) e Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar, Curitiba/PR) na discussão de temas relevantes para a cadeia produtora e exportadora de frango. Entre esses, incluem-se as medidas que podem ser propostas para melhorar a relação entre integrados e a agroindústria e os relacionados ao meio ambiente.

A estrutura da Ubabef contempla 12 câmaras: assuntos legislativos e tributários, casas genéticas e avoseiros, entidades estaduais, equipamentos, insumos biológicos, mercado interno, mercado externo, ovos, pintos e ovos férteis, sanidade e produção, sustentabilidade e relações laborais e tecnologia processos e saúde pública.

Nesta entrevista, Ricardo Gouvêa expõe os desafios que a Câmara de Sustentabilidade e Relações Laborais se propõe a enfrentar:

Qual a metodologia de trabalho que a Câmara adotou?

A câmara atua buscando o equilíbrio entre o social, ambiental e econômico, articulando-se com a Ubabef e seus associados. Cabe a esse colegiado acompanhar e avaliar as condições da produção, diagnosticar dificuldades e problemas, buscando indicar as respectivas soluções, buscando a conciliação de conflitos que eventualmente surgirem entre os integrantes do sistema agroindustrial avícola. 

Uma das prioridades será aperfeiçoar a relação entre integrados e a agroindústria?

Avançamos muito nesta área. Em 2007 já havia sido constituído um comitê paritário entre as empresas e os representantes da avicultura, onde vinham sendo discutido melhorias ao sistema de integração. Temos tido diversos assuntos em pauta, como: planilha de custos, condições de produção, apanhe de aves, melhoria das condições dos integrados na parceria, maior transparência nas relações, análise aprofundada das normativas ambientais e sanitárias, entre outros. Esses temas passarão a ser discutidos também na câmara de sustentabilidade.

O sistema de produção integrada é a melhor opção?

É uma experiência reconhecidamente bem-sucedida. Não é de hoje que se ouve falar do grande sistema de produção integrada brasileiro. O sistema, que foi criado em Santa Catarina e atualmente é utilizado por várias regiões em todo o Brasil. Trata-se de um modelo aplaudido e copiado em diversos lugares do mundo.

E com relação ao desenvolvimento sustentável da avicultura industrial de corte, quais as ações previstas?

Existem muitos estudos nessa área e um amplo debate para a constante melhoria e otimização de recursos. Alguns estudos prevêem a reutilização das camas de aviários para geração de energia. A indústria mundial como um todo tem essa preocupação com a sustentabilidade, portanto, também nós da câmara temos como objetivo buscar um equilíbrio entre os três principais fatores: o ambiental, o social e o econômico. O mercado de aves brasileiro já tem sido reconhecido internacionalmente, e com a implantação de novos recursos sustentáveis, os resultados serão ainda mais satisfatórios. Aumentar a produção sem comprometer a natureza é um desafio não apenas para o Brasil, mas para o mundo todo.

A indústria avícola brasileira priorizou estudos e investimentos em saúde ocupacional?

A indústria avícola vem desenvolvendo um trabalho técnico-científico com a participação de profissionais da área da saúde ocupacional de várias empresas, na busca de proporcionar um ambiente de trabalho de boa qualidade aos seus colaboradores. No entanto,  esse estudo é inédito, não existe bibliografia específica para o setor. O que se tem hoje é fruto do trabalho desenvolvido pelos próprios profissionais das empresas que vêm investindo na melhoria das condições de trabalho.

Os quadros técnicos e funcionais das indústrias avícolas dispõem de recursos humanos especializados nessa área?

As empresas possuem equipes de multidisciplinares com profissionais de alto desenvolvimento e especialidade na área. Há muito tempo as empresas vêm investindo grande monta na melhoria  das condições de trabalho, na aquisição e disponibilização de EPIs, EPCs, análise ergonômica das atividades, desenvolvimento de um protocolo de saúde ocupacional, com uma metodologia que abrange diferentes técnicas, inclusive contemplando o método OCRA, dentre outros cuidados.

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,23
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,22
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,21
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,21
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,96
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  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
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  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
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    R$ 186,47
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    Grande São Paulo (SP)
    R$ 201,13
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
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    Bastos (SP)
    R$ 168,74
    cx
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  • Frango - Indicador
    SP
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  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.085,53
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
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  • Ovo Branco - Regional
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    R$ 158,13
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  • Ovo Vermelho - Regional
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    R$ 170,55
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