Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Economia

Comércio BR-Argentina

Superávit do Brasil com a Argentina cresce 80% e atinge US$ 4,5 bilhões neste ano. Saldo incomoda Argentina.

Compartilhar essa notícia

O superávit comercial do Brasil com a Argentina aumentou para US$ 4,5 bilhões neste ano, um aumento de 80% em relação ao saldo de US$ 2,5 bilhões em favor do Brasil registrado no mesmo período em 2010. O aumento do saldo, que incomoda o governo argentino e acende pressões protecionistas no país vizinho se deve principalmente à perda de competitividade da indústria argentina. O Brasil, mesmo desfavorecido pelo real valorizado, aumentou bem mais as vendas que as compras aos argentinos.

Entre os principais parceiros comerciais do Brasil, a Argentina foi um dos que conseguiram registraram o menor aumento de suas vendas ao país, 18% de janeiro a setembro an comparação com o mesmo período de 2010. A União Europeia, em crise, aumentou em 17% as compras do Brasil, quase o mesmo percentual da Argentina, enquanto as vendas dos EUA cresceram 28,6%, sempre na mesma comparação. Especialistas do governo já preveem, informalmente, que o superávit no comércio bilateral poderá superar US$ 6 bilhões neste ano.

O Brasil, que exporta principalmente produtos manufaturados à Argentina, aumentou em 28,4% suas vendas ao país, apesar da queda na venda do principal item de exportação, os automóveis. As exportações de carros a todos os mercados do Brasil caíram 6% de janeiro a setembro, comparadas ao resultado no mesmo período do ano passado (a queda foi de 13% em setembro, em relação a setembro de 2010).

Entre os principais produtos exportados à Argentina estão tratores e máquinas agrícolas, aviões, motores, autopeças, pneus e polímeros plásticos. A Argentina segue como o terceiro maior mercado de origem das importações brasileiras, principalmente automóveis e autopeças, nafta para petroquímica, gás, trigo, plásticos, farinha de trigo e hortigranjeiros.

“O Brasil tem interesse em importar da Argentina. Quanto maior o fluxo de comércio dos dois lados, melhor”, disse a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres. Ao comentar a licença prévia que o Brasil passou a exigir no dia 10 para importar doces e chocolates, a secretária argumentou que a medida foi resultado do “monitoramento e análise interna do movimento nesse setor”.

Técnicos do ministérios dizem que a medida é uma represália ao represamento das vendas brasileiras desses produtos aos argentinos – ela afeta principalmente a Arcor, maior exportador argentino dessas mercadorias ao Brasil. Empresas brasileiras como a Bauducco chegaram a aumentar o percentual de componentes argentinos, como passas, em seus panetones, para buscar a boa vontade das autoridades que seguem bloqueando sem justificativa a entrada desses produtos no país vizinho.

Tatiana nega, porém, que o protecionismo argentino ameace o comércio bilateral. “O comércio entre os dois países cresce, e cresce de maneira importante”, argumenta, citando o superávit crescente do Brasil com a Argentina. Ela reconhece, porém, que as barreiras ao comércio têm exigido atuação constante do governo brasileiro.

Assuntos Relacionados
ArgentinaBrasilcomércio
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,32
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,49
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 127,91
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,61
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,54
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,10
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,07
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 174,89
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 197,27
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,71
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,34
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.289,02
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.156,38
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 200,45
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 175,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,48
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 177,24
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341