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País produtor de alimentos é atrasado? – por Odacir Klein

A produção de alimentos não é uma simples atividade com práticas primárias. Para chegarmos à oferta de proteínas animais nos mercados interno e externo haverá o uso de insumos cada vez mais modernos.

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País produtor de alimentos é atrasado? – por Odacir Klein

Em 2003, primeiro ano do governo Germano Rigotto no Rio Grande do Sul, participei, na condição de Secretário da Agricultura e Abastecimento, de uma entrevista sobre a Expointer em emissora da rádio, com participação simultânea dos ouvintes.

Uma professora relatou que levara seus alunos para visita à exposição e uma garotinha ficou muito surpresa ao ver os galináceos, pois a imagem que deles tinha era do “frango congelado” que via nos supermercados.

Embora curioso, o fato é normal em se tratando de uma criança citadina.

Na mencionada exposição circulam, a cada ano, centenas de milhares de pessoas. É possível que a expressiva maioria não saiba que, em cada suíno ou ave exposto e nos seus derivados há mais valor agregado nacional do que no telefone celular – por mais moderno e sofisticado que seja – que levam consigo.

A produção de alimentos não é uma simples atividade com práticas primárias. Para chegarmos à oferta, por exemplo, de proteínas animais nos mercados interno e externo haverá o uso de insumos cada vez mais modernos.

Peguemos, para argumentar, a produção de milho destinado à ração animal. Ela necessita, para ter alta produtividade, de insumos cada vez mais sofisticados. O avanço tecnológico na área de sementes – resultado de intensa, demorada e custosa pesquisa – representa extraordinária agregação de valor. Os implementos e máquinas são cada dia mais modernos e garantidores de produtividade.

Os custos com a logística são expressivos e agregam valor.

Os abates de animais para produção de alimentos são feitos com o uso de sofisticados equipamentos industriais que resultam de pesquisas, investimentos, mão-de-obra qualificada e agregam expressivo valor.

No frango congelado que a menina vê no supermercado ou no salame que o visitante da Expointer compra no pavilhão da agricultura familiar há pesquisa, tecnologia, empregos, geração de renda interna e de tributos.

Por isto entendo equivocada a posição de alguns que alegam ser atrasado o país que produz alimentos para os mercados interno e externo.

Não há incompatibilidade entre produzi-los e, ao mesmo tempo, estimular a indústria, principalmente de manufaturados. Esta exige políticas específicas. É indubitável que o país precisa estimular seu setor industrial. Convém, no entanto, não esquecer que a produção de alimentos, em todas suas fases, movimenta a indústria nacional e agrega valor, sem conflitos com a busca de soluções para outros setores industriais.

Por Odacir Klein, advogado e profissional da área contábil. É sócio da Klein & Associados e coordenador do Fórum Nacional do Milho.
www.forumdomilho.com.br

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