Apesar de dificuldades no mercado, GTD já possui uma carteira de pedidos consolidada.
WEG aponta setor de GTD como destaque para negócios

A WEG acredita em um segundo semestre mais forte para os seus negócios no Brasil e, dentre eles, aposta no setor de geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) como o destaque. “Apesar das dificuldades do cenário no mercado interno, continuamos confiantes na oportunidade de crescimento”, declarou Sérgio Luiz Silva Schwartz, vice-presidente da companhia.
A área de GTD contempla produtos de ciclo longo, que possuem uma carteira de pedidos já estabelecida pela companhia e, assim, começa a apresentar uma melhor consistência na entrega.
“Temos uma carteira de boa qualidade, sem concentrações ou “buracos” nos próximos meses. Este é um setor de ciclo longo. Os fundamentos econômicos têm melhorado, mas os efeitos sobre a receita (e resultados) da WEG vão aparecer mais à frente. Nossa expectativa é de melhora gradual, principalmente de T&D no mercado externo e, mais lentamente, de geração no mercado doméstico”, conforme destacou Luís Fernando M. Oliveira, gerente de Relações com Investidores.
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A perspectiva é de que o processo de recuperação de preços no segmento continue lento e gradual. “Nossa expectativa é que continue assim, mas esses movimentos nunca são lineares, ou seja, existem momentos em que isso ocorre mais rapidamente, outros em que quase não ocorre”, completou Oliveira.
O executivo ainda apontou que nos próximos leilões de energia, previstos para setembro e outubro, deverá ocorrer uma maior diversidade de fontes, além da energia eólica, que devem se viabilizar economicamente.
A ambição da companhia é que as fontes eólica e solar ofereçam condições tão favoráveis quanto às hídricas e biomassa já apresentaram. Entretanto, o diretor de Relações com Investidores não fala sobre perspectivas de market share.
“Temos uma capacidade produtiva flexível que pode ser direcionada para um ou outro produto, e se for mais atraente atuar de maneira mais intensiva na energia eólica, nós temos condições de capacidade produtiva, e se o mercado não se mostrar tão atraente, essa mesma capacidade produtiva pode ser utilizada para outras máquinas de geração e energia com outras fontes etc”, finalizou.





















