O Banco do Brasil registrou crescimento de 4,8% na carteira de crédito do agronegócio do primeiro para o segundo trimestre deste ano
BB registra crescimento de quase 24% no crédito para o agro em 12 meses

O Banco do Brasil registrou crescimento de 4,8% na carteira de crédito do agronegócio do primeiro para o segundo trimestre deste ano. A informação está no balanço do banco, divulgado nesta quinta-feira (14/8). O volume total passou de R$ 150 bilhões registrados em março para R$ 157,2 bilhões contabilizados em junho.
O balanço considera tanto o crédito rural quanto o agroindustrial. O volume de crédito foi maior nas pessoas físicas, de R$ 109,7 bilhões. As pessoas jurídicas contrataram R$ 47,5 bilhões. A taxa de inadimplência caiu de 0,74% para 0,56% entre março e junho.
Em 12 meses, o crescimento da carteira de crédito é de 23,7%, de acordo com o balanço do Banco do Brasil. A participação do setor na carteira geral de crédito da instituição foi de 21,9% no período. O banco responde por mais de 60% do crédito para o agronegócio no país.
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“Entre os principais motivos para essa evolução estão as taxas de juros mais atrativas em operações de investimentos, que ampliaram a demanda por crédito”, informou o documento.
Considerando o intervalo de junho de 2013 a junho de 2014, o Banco do Brasil registrou aumento em todas as suas linhas. O destaque foi para o crédito de investimentos, que chegou a R$ 15,3 bilhões e cresceu 30,5%.
“Na safra 2013/2014, o Banco desembolsou R$ 76,3 bilhões em operações de crédito rural, evolução de 24% em relação à safra anterior. O volume representou 109% do total de R$ 70 bilhões inicialmente previstos para o ciclo”, informou o balanço. A agricultura empresarial recebeu R$ 49,1 bilhões e a familiar, R$ 14,5 bilhões.
O Banco do Brasil informou ainda ter registrado crescimento 35% no crédito para armazenagem. No final da safra 2013/2014, tinham sido recebidos R$ 2,7 bilhões em propostas, com desembolso de R$ 1,4 bilhão.
No geral, o balanço do Banco do Brasil reportou um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no segunto trimestre do ano. O valor é maior do que o do primeiro trimestre (R$ 2,7 bi), mas bem menor que o do mesmo período no ano passado (R$ 7,5 bi).
No primeiro semestre, a instituição lucrou R$ 5,5 bilhões. No mesmo período no ano passado, o resultado líquido havia sido de R$ 10 bilhões.





















