Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Economia

Veja dicas para diminuir o desperdício de luz após o aumento na tarifa

Em meio a aumento de até 45% nas faturas, população se vê obrigada a reduzir gastos.

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Veja dicas para diminuir o desperdício de luz após o aumento na tarifa

Não fosse por um enérgico combate ao desperdício, Sérgio Paludo teria levado um susto ao abrir a conta de luz de maio. O consumo na casa do morador de Canoas, na Região Metropolitana, caiu quase 40% em relação a um ano atrás, mas a fatura ficou mais cara: passou de R$ 127,58 para R$ 134,93. A conta abarcou o vultoso aumento de 45% na tarifa para clientes da AES Sul, e – o golpe de misericórdia – mais R$ 5,50 na bandeira tarifária (taxa para compensar as geradoras por acionar termelétricas quando reservatórios de água estão em baixa).

– Quando as tarifas dispararam, no início do ano, chamei os (três) filhos e disse: se não economizarmos com luz, vamos ter de cortar em outras coisas,como lazer. Todos pegaram junto – lembra Paludo.

A família do consultor de empresas adotou como hábito tirar os eletrônicos da tomada quando estiverem fora de uso e se desfez de um freezer que era pouco aproveitado. Agora, carnes e congelados ficam na geladeira.

Passado o verão – e o inevitável gasto com ar condicionado –, os gaúchos começam a tomar pé de como o tarifaço pesará no dia a dia. A AES teve um dos maiores reajustes do Brasil, mas outras prestadoras que atuam no Estado não ficaram muito para trás.

– O custo da energia disparou porque chove pouco no Sudeste desde o ano passado, e as geradoras que captavam energia de fontes hídricas precisam acionar termelétricas, que são mais caras. Além disso, as pessoas nunca tiveram tantos eletrodomésticos em casa, o que pressiona o consumo de energia em um momento de escassez – explica Odilon Duarte, professor do curso de Engenharia Elétrica da PUCRS.

A boa notícia, acrescenta, é que este último verão foi mais ameno do que os anteriores, com menos dias de calor escaldante. E, com eletrodomésticos mais econômicos e pequenas mudanças de hábito no cotidiano, como fez Paludo, também é possível amortecer o golpe nos meses frios.

– O consumidor está cada vez mais atento à economia doméstica e a questões ambientais. A compra de um re-frigerador mais econômico em relação a outro que utiliza mais energia, por exemplo, pode reduzir o gasto com esse aparelho em mais de 18% – exemplifica Guilherme Soares, diretor de Serviços, Qualidade e Atendimento ao Consumidor da Whirlpool Latin America, detentora das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid.

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