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Exportação

Para Katia Abreu, Brasil precisa acabar com a proteção contra concorrência externa em alguns setores

Ministra Kátia Abreu (Agricultura), em entrevista concedida a Folha de São Paulo defendeu que as exportações sejam a saída para a crise econômica brasileira.

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Para Katia Abreu, Brasil precisa acabar com a proteção contra concorrência externa em alguns setores

A ministra Kátia Abreu (Agricultura), em entrevista concedida a Folha de São Paulo defendeu que as exportações sejam a saída para a crise econômica brasileira e diz que, para isso, o país precisa ser mais “ambicioso e agressivo” e acabar com a proteção contra concorrência externa para alguns setores.

“Não pode ter proteção”, disse Kátia à Folha ao propor que o Brasil busque mais acordos de livre comércio com outros países.

“Dizem que para uns viverem outros têm que morrer. Quando você abre um mercado, é claro que uns adoecem e outros falecem, mas é o jogo”, justificou a ministra, que tem como meta elevar a participação do agronegócio brasileiro no comércio mundial de 7% para 10% até 2018.

Ao ser questionada sobre quais setores travam essa abertura para o Brasil, apontou “alguns da indústria, que são protegidos há décadas”.

Disse ainda que, no primeiro mandato da presidente Dilma, o país não avançou nos acordos comerciais porque “o Mercosul nos atrapalhou”.

Além de buscar o caminho das exportações, a ministra, que faz parte do grupo dos assessores mais próximos da presidente, diz que o Brasil “precisa fazer o ajuste fiscal” e que o “Estado é mau gastador, gasta mal de todos os jeitos” e até “rouba”.

Folha – O FMI revisou suas projeções para o Brasil e prevê retração de 3,5% do PIB neste ano. Qual a saída para voltar a crescer?

Kátia Abreu – A principal saída, e a própria presidente Dilma tem repetido isso, é aumentar as exportações. Temos de ir para um novo enfrentamento mundial e sermos mais ambiciosos, mais agressivos e abrir mais mercados. Se dentro do país as condições de comércio e negócio não vão bem, temos de buscar outros compradores para aquecer as nossas indústrias.

Como a crise na China influencia nesse cenário?

Atrapalha o mundo todo. No caso dos alimentos, afetou a quantidade e ainda mais os valores. Do ano passado para cá, nós [agronegócio] crescemos, em volume, de 141 para 163 milhões de toneladas, mas em valores caímos de US$ 96 bilhões para US$ 88 bilhões. Tem gente que diz que não precisamos de acordos de livre comércio, mas a tendência mundial mostra outra coisa.

Não foi uma falha do primeiro mandato do governo Dilma não ter priorizado esse tipo de acordo comercial?

Não é que não priorizou. Acredito que o Mercosul nos atrapalhou. O governo da ex­presidente Cristina Kirchner [Argentina] tinha dificuldade de atingir os percentuais necessários para que a gente fechasse o acordo União Europeia­ Mercosul.

A presidente Dilma determinou que o chanceler Mauro Vieira vá à Argentina para tentar que o governo Mauricio Macri feche uma lista de 90% de seus produtos com tarifa de importação zero para fazermos a troca de ofertas. Para o governo brasileiro, esse acordo precisa ser priorizado não só pela questão econômica. Ele significa a credibilidade do Mercosul, a revitalização do Mercosul, ou não.

Chegou o momento de tomar uma decisão: fortalecer o Mercosul ou o Brasil seguir seu rumo solitariamente?

Tenho hoje muitas esperanças de que o contrário vai acontecer com a troca das ideias do novo governo argentino. A coisa que mais preocupa um fazendeiro é quando ele está isolado e os fazendeiros em volta estão ficando pobres. Região rica é onde todo mundo está bem.

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