Após os sucessivos aumentos no preço, o Bolsa de Suínos de Minas Gerais e São Paulo registrou índices abaixo do esperado. Na praça mineira, pela segunda semana consecutiva a comercialização do quilo do animal vivo fechou nesta segunda-feira (27/06) em R$ 4,60. Já em São Paulo, os negócios tiveram uma queda acentuada, registrando preços entre R$ 72,00 a R$ 74,00/@, respectivamente R$ 3,84 a R$ 3,95/Kg vivo – na semana passada, a animal estava cotado entre R$ 4,27 a R$ 4,37.
Com oferta equilibrada, MG mantém preço estável enquanto SP registra queda acentuada

Após os sucessivos aumentos no preço, o Bolsa de Suínos de Minas Gerais e São Paulo registrou índices abaixo do esperado. Na praça mineira, pela segunda semana consecutiva a comercialização do quilo do animal vivo fechou nesta segunda-feira (27/06) em R$ 4,60. Já em São Paulo, os negócios tiveram uma queda acentuada, registrando preços entre R$ 72,00 a R$ 74,00/@, respectivamente R$ 3,84 a R$ 3,95/Kg vivo – na semana passada, a animal estava cotado entre R$ 4,27 a R$ 4,37.
Minas Gerais
A última semana do mês no mercado mineiro não esboçou grandes resultados para os suinocultores. A Bolsa de Suínos realizada nesta segunda-feira entre representantes dos produtores e frigoríficos sugeriu a comercialização do quilo do animal vivo em R$ 4,60, durante esta semana.
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O presidente da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), Antônio Ferraz, explica que essa estabilidade do preço se dá devido ao equilíbrio do mercado mineiro. “O mercado aqui está bem equilibrado e até aquecido, mas têm entrado carcaças de outras regiões, ou seja, maior oferta externa; mas a interna está indo bem”, destacou. Ferraz enfatiza que por se tratar da última semana do mês, onde as pessoas já estão com as finanças reduzidas, a expectativa de melhora fica para a próxima semana, início de julho.
São Paulo
Já em São Paulo, o fechamento da bolsa deixou os suinocultores apreensivos com negócios entre R$ 72,00 a R$ 74,00/@, respectivamente R$ 3,84 a R$ 3,95/Kg vivo condições bolsa. Segundo a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS), verificou-se ainda negócios no mercado regional para volume abaixo de 100 suínos entre R$ 76,00 a R$ 77,00/@.
A associação explica que a queda é motivada pela oferta de animais vivos e carcaça proveniente da região do Sul do País, com preços bastante competitivos. Por outro lado, de acordo com o órgão representativo, observou-se uma redução na demanda de carne na semana, provocando uma disputa acirrada entre os vendedores no mercado paulista. “O setor atravessa uma das piores crises já vividas. Preço de venda muito abaixo do custo de produção”, comunica a entidade.
Os atuais preços equivalem o quilo do suíno vivo entre U$ 1,13 a U$ 1,16/Kg. A relação de troca passa a valer: Um quilo de suíno (média) compra 4,33 quilos de milho. A relação saudável ao suinocultor é de no mínimo 1: 7,5. Desta forma, a perda é de no mínimo 42,27% do suíno para o milho.





















