Contrariando as últimas quedas semanais nos valores de referências, algumas das principais praças registraram melhora nas condições de negociação
Mercado regista aumento no quilo do animal vivo nas principais praças

A semana iniciou com certo alívio para os suinocultores independentes. Isso porque, contrariando as últimas quedas semanais nos valores de referências, algumas das principais praças registraram melhora nas condições de negociação. Para os próximos dias, é esperado novos aumentos, mas será a demanda que irá modular o movimento do mercado.
A Bolsa de Suínos do Estado de São Paulo “Mezo Wolters” definiu a nova referência para o mercado paulista em R$ 76,00 a R$ 78,00/@, respectivamente R$ 4,05 a R$ 4,16 condições bolsa (R$ 3,89 a R$ 4). Segundo a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS), o mercado dá sinais firme de novas alterações (alta) nos próximos dias.
A pesquisa semanal da cotação do suíno no Rio Grande do Sul, feita nesta segunda-feira (11/09) pela Associação de Criadores de Suínos do RS (ACSURS), apontou aumento de R$ 0,08 no preço médio pago pelo quilo do suíno vivo ao produtor independente no Estado. A cotação ficou em R$ 3,80, ante R$ 3,72 e R$ 3,80.
Leia também no Agrimídia:
- •China devolve cargas de soja e cancelamentos pressionam exportações brasileiras
- •Suinocultura brasileira enfrenta alta nos custos de produção com milho e guerra no Oriente Médio, apesar da estabilidade nos preços
- •Avine ultrapassa 2 milhões de ovos por dia e soma mais de 30 anos no setor avícola
- •Suinocultura global: alta dos grãos eleva custo da ração na China e aprofunda crise de rentabilidade
A Bolsa de Suínos de Minas Gerais realizada entre suinocultores e representantes dos frigoríficos acordou manter o valor de referência em R$ 4,20. No Paraná, de acordo com a Associação Paranaense de Suinocultores o valor está entre R$ 3,70 a R$ 3,80, ante R$ 3,66 e R$ 3,75.





















