Levantamento foi divulgado pelo Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de novembro
Falta de chuvas reduz prognóstico para milho em 2018, aponta IBGE

De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de novembro, divulgado nesta quarta-feira (13/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, uma redução de 1,1 milhão de toneladas na expectativa para a segunda safra de milho foi a principal responsável pela queda de 700 mil toneladas no segundo segundo prognóstico para 2018.
O levantamento aponta que com a diminuição, o prognóstico para a safra de 2018 foi para 219,5 milhões de toneladas, volume 9,2% menor que o estimado para 2017. “A queda deve-se, sobretudo, ao impacto da falta de chuvas em setembro e outubro, quando normalmente é plantada a soja, que precede a segunda safra do milho no campo”, divulgou a a Agência de Notícias do IBGE.
“A queda na segunda safra do milho tem a ver com a soja que está no campo, porque ele só é plantado depois da colheita da soja. Como esse plantio da soja atrasou, também vai atrasar o milho. A janela de segurança de plantio será melhor, possivelmente entrando em épocas que não chove, o que pode diminuir a produção”, explica o pesquisador do IBGE Carlos Antônio Barradas.
Leia também no Agrimídia:
- •Preço do suíno despenca 16,1% em fevereiro e mercado acompanha impactos de tensão no Oriente Médio
- •Suinocultura reúne lideranças e projeta cenário de mercado para 2026 em encontro da FNDS Collab
- •Brasil conquista nova abertura de mercado para carne frango e bovina nas Ilhas Salomão
- •Global Eggs recebe investimento de US$ 1 bilhão e reforça posição entre gigantes globais do mercado de ovos
Segundo o agência de notícias oficial, a segunda safra de milho de 2018, portanto, teve sua estimativa reduzida de 59 milhões para 57,9 milhões de outubro para novembro. “Existe a possibilidade, entretanto, desse número ser revisto para cima nos próximos meses, uma vez que os produtores estão aproveitando a melhora nas condições climáticas para recuperar o ritmo de trabalho”, afirmam os analistas.





















