Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Balanço Anual

Suinocultura sai vitoriosa em ano de retração

Embarques mesmo inferiores a 2016 chegará a volumes próximos de 700 mil toneladas

Suinocultura sai vitoriosa em ano de retração

ABPA recebei jornalistas na manhã desta quarta-feira (13/12)  para apresentas os resultados do setorPara a Associação Brasileira de Proteína Animal, os resultados de 2017 superaram significativamente a expectativa traçada pela avicultura e pela suinocultura do Brasil no primeiro semestre. Após viver sua mais profunda crise de imagem, o segmento vislumbra um horizonte positivo para o setor.

“Os equívocos nas generalizações na divulgação da Operação Carne Fraca deixaram, de imediato, marcas profundas no setor produtivo, seja junto ao público brasileiro ou aos mercados internacionais”, disse o presidente da associação na manhã desta quarta-feira (13/12) durante a coletiva de imprensa para apresentação dos resultados do setor.  

O representante da associação pontuou que internamente, o setor produtivo virou rapidamente a página, com a apresentação dos esclarecimentos técnicos.  “No mercado internacional, entretanto, o processo foi mais longo e ainda hoje tem suas consequências”, observa o gestor.

Três países ainda mantém bloqueio

Atualmente, apenas Santa Lúcia, Trinidad e Tobago e o Zimbábue mantém o bloqueio total às exportações brasileiras de carne de frango e de carne suína – destes apenas Trinidad e Tobago efetivaram embarques em 2016, no total de 217 toneladas. “De forma geral, as medidas que perduram são as suspensões parciais (somente às plantas investigadas na Operação). Outros mercados intensificaram o processo de inspeção das importações”, conta Turra. Ao todo, 77 países aplicaram algum tipo de sanção às carnes de aves e de suínos do Brasil.

De acordo com as projeções da ABPA, as exportações de carne suína, mesmo com embarques em níveis inferiores em relação ao ano anterior, chegar a volumes próximos de 700 mil toneladas foi uma vitória para o setor. A associação explica que em 2017, os elevados estoques chineses influenciaram a retração deste que foi o terceiro maior importador de 2016, ao mesmo tempo em que a Rússia, Argentina e Uruguai incrementaram significativamente suas compras.

“Em situação ainda mais positiva, o mercado interno brasileiro reconquistou parte dos níveis de consumo perdido ao longo dos últimos dois anos, como impacto direto da crise econômica vivida pelo país”, avalia Turra. O cenário de otimismo observado nos últimos meses também é visto no consumo de proteína animal. Segundo os dados apresentados pela associação, o setor de ovos chegou as 192 unidades per capita. Os índices de consumo per capita de carne de frango e de carne suína também devem apresentar elevações neste ano.

Câmbio e Insumos

A associação também pontua que, diferente de 2016, o setor não foi impactado por dois alicerces importantes de sua sustentabilidade econômica: o câmbio e os insumos.  A relativa estabilidade cambial em longos períodos de 2017 favoreceram os negócios de exportações do setor. “Este é um cenário que o setor trabalhará para manter em 2018, priorizando a compra do cereal produzido no Brasil – importando, apenas, aos núcleos de produção onde se faça necessário”, prospecta Turra.

“Como representação setorial, neste sentido, a ABPA seguirá em busca de novas oportunidades para o setor produtivo brasileiro, mantendo a unificação dos elos da cadeia produtiva”, finaliza Francisco Turra observando a importância de associação de classe que no próximo ano deve ser ainda mais fortalecida. 

Assuntos Relacionados
agroindústriaCarneexportaçãomercadoproduçãosuinocultura
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329