Obra deve custar em torno de R$ 320 milhões e deve gerar mil empregos
Mato Grosso do Sul terá termelétrica que funcionará com biomassa de eucalipto

A Usina Termelétrica Onça Pintada, localizada no Mato Grosso do Sul, recebeu a licença prévia que autoriza os estudos de sua implantação sendo o primeiro no estado a operar a partir de biomassa de eucalipto. Segundo informações da assessoria de imprensa da Semagro (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), a obra deve custar em torno de R$ 320 milhões e deve gerar mil empregos diretos e indiretos na fase de instalação.
O empreendimento será erguido em Selvíria, a 404 quilômetros de Campo Grande, e terá capacidade para gerar 50MW de energia. A Eldorado Brasil Celulose, dona da termelétrica, informou que os estudos devem ser concluídos até o segundo semestre deste ano e a termelétrica deve começar a funcionar em 2021.
O projeto é importante na linha de uso alternativo de madeira e inaugura uma nova fase na silvicultura sul-mato-grossense incluindo a diversificação do uso de restos florestais, como folhas, raízes, cascas e demais subprodutos que não servem para produzir a celulose na geração de energia.
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Conforme a Semagro (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), a Eldorado sinalizou que poderá instalar mais duas termelétricas em Selvíria depois de avaliar o mercado do setor: a Tuiuiú e Sucuri, cada uma com capacidade de 50 MW. Para que isso aconteça, é preciso que ela participe do leilão da Aneel.
O Mato Grosso do Sul tem outras três termelétricas cujas obras ainda não começaram, mas que já obtiveram aval da União: a Eldorado e Cerona em Nova Andradina; e a Costa Rica I em Costa Rica. Esta última foi enquadrada pelo Governo Federal no Reidi (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura) em novembro do ano passado





















