Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Paraná prioriza saúde animal para conquistar novos mercados

Segundo Ortigara, foram cumpridas 90% das pendências sanitárias e faltam poucos detalhes determinados por duas auditorias

Paraná prioriza saúde animal para conquistar novos mercados

Na última terça-feira (05/02), o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, reuniu-se com representantes dos municípios do Oeste do Paraná para debater sanidade animal na região.

São 54 municípios, cuja atividade econômica constitui o maior centro produtor de proteína animal do Brasil, e para isso alegam que precisam do apoio do governo do Estado no avanço para que o Paraná seja declarado como livre de febre aftosa, sem vacinação.

O secretário disse que a condição técnica para conquistar esse status já foi solicitado pela Secretaria de Estado da Agricultura e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). A reunião foi promovida pelo programa Oeste em Desenvolvimento, entidade que conta com a participação de órgão públicos e privados.

Segundo Ortigara, foram cumpridas 90% das pendências sanitárias e faltam poucos detalhes determinados por duas auditorias feitas pelo Ministério da Agricultura, cujas providências estão sendo adotadas. Para ele, agora a questão é mais política do que técnica.

O processo sofre restrições por parte de pecuaristas que trazem gado de outros Estados e não estão satisfeitos com o fechamento de fronteiras interestaduais para cargas vivas, disse Ortigara. O fechamento das fronteiras seria uma determinação do Ministério da Agricultura, conforme exige o protocolo.

Segundo o empresário Elias Zydek, de Medianeira, 65% do mercado externo está fechado para compra da carne suína paranaense porque ainda se vacina bovinos contra febre aftosa. A vacinação é dirigida apenas a este setor, mas a ação restritiva provoca impactos nas exportações de aves e suínos.

O programa Paraná Oeste em Desenvolvimento e vai contar com investimentos da Itaipu Binacional para a região Oeste do Paraná. Entre os investimos previstos foi eleito como prioridade a sanidade animal.

Entre as metas já estabelecidas pelo programa, até 2020 serão implantados 54 Conselhos de Sanidade Agropecuária no Oeste do Paraná, que vão interagir com a sociedade e com o poder público. A preocupação é manter a biosseguridade em suinocultura, disse Zydek.

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