Na esteira, a oferta de suínos mais apertada também poderia beneficiar o produtor brasileiro de carne suína BRF (BRFS3) e indiretamente seu acionista Marfrig (MRFG3)
Escassez de suínos nos EUA beneficia JBS

A escassez de suínos nos Estados Unidos significa que as margens dos frigoríficos estão diminuindo, boa notícia dentro da cobertura de ações da Ágora Investimentos.
As perdas aumentaram para US$ 60,23 por animal, de acordo com dados da HedgersEdge, publicados no dia 22 de junho. Trata-se da cotação máxima nos registros desde 2014.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) em um relatório trimestral com vencimento em 24 de junho deve mostrar o rebanho de suínos americano em 2,3% em relação ao ano anterior, para cerca de 75,6 milhões de cabeças, de acordo com uma pesquisa da Bloomberg com analistas.
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Mas então os custos dos frigoríficos serão compensados? De acordo com relatório obtido pelo Money Times, não só compensa como a JBS (JBSS3) é a melhor escolha com o cenário.
“Vemos um rebanho de suínos menor do que o esperado nos EUA, potencialmente levando a custos mais altos do que estimamos para a divisão de suínos da JBS no país, o que pode ser apenas parcialmente compensado pelos preços mais altos da carne suína”, explicam os analistas Leandro Fontanesi e José Cataldo, que assinam o relatório.
Na esteira, a oferta de suínos mais apertada também poderia beneficiar o produtor brasileiro de carne suína BRF (BRFS3) e indiretamente seu acionista Marfrig (MRFG3), cuja participação já chega a quase um terço e especula-se até aquisição entre analistas e investidores.
Os EUA respondem por cerca de 30% do comércio global de carne suína, o que poderia suportar uma alta global de preços da carne suína maior do que a esperada pela Ágora.





















