Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Frigoríficos

Setor frigorífico já sente o risco de entregar (se tiver navio) e não receber da Rússia

Crise na Rússia, com sanções e problemas de navio, está no radar dos frigoríficos

Setor frigorífico já sente o risco de entregar (se tiver navio) e não receber da Rússia

Até que as companhias exportadoras se manifestem oficialmente, o cenário ficou complicado para os embarques à Rússia. E os frigoríficos devem ser os primeiros a sentirem o golpe.

As empresas de navegação anunciam reavaliação de rotas e os bancos do país têm dificuldades de enviarem remessas ao exterior – mesmo com o sistema Swift ainda operante para eles.

“Para tudo, todos estão reavaliando e até os importadores russos não devem saber o que fazer”, informa Daniel Freire, presidente do Sindicarne do Pará, uma das origens de embarques de carne bovina para o país.

No Sul, importante líder setorial da cadeia de suínos e frangos, que pede reserva do seu nome e até do estado que representa, também já foi notificado das mesmas condições.

Com o agravante, segundo ele, de que “receber dos russos sempre foi um problema”, somando agora com as “dificuldades operacionais reais”, aumenta o risco de calote.

Além do que estaria por vir, há a questão dos produtos que já estão a caminho. Embora haja um sinal dos importadores na maioria dos casos, lembra Freire, em até 40% pré-embarque, o restante a receber fica em suspenso.

Em carne suína, a Rússia importou apenas 9 mil toneladas em 2021 (até 2017 era o maior comprador), mas abriu uma cota de 100 mil/t até junho.

Em relação a bovinos, os embarques vinham crescendo, sendo o terceiro principal destino em janeiro, depois de muito tempo de embargo sobre algumas plantas pela acusação de uso de hormônios, nunca provada.

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