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Gripe aviária e Rússia derrubam lucro da Sadia

A receita bruta com as vendas recuou 7,9% na comparação com os três primeiros meses de 2005.

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Redação (09/08/06)- A gripe aviária, que afetou o consumo de carne de frango em regiões da Ásia e da Europa, e o embargo russo à carne brasileira por causa do ressurgimento da aftosa no país no fim de 2005, derrubaram os resultados da Sadia no primeiro trimestre deste ano.

A receita bruta com as vendas recuou 7,9% na comparação com os três primeiros meses de 2005, saindo de R$ 1,902 bilhão para R$ 1,751 bilhão. Para o mercado externo, as vendas caíram 20% no período, para R$ 728 milhões, enquanto no mercado doméstico, o faturamento subiu 3%, para R$ 1,023 bilhão.

O lucro líquido também teve queda, e foi de R$ 67 milhões, abaixo dos R$ 100,5 milhões do primeiro trimestre de 2005. Conforme o diretor de finanças da Sadia, Luiz Gonzaga Murat, a empresa conseguiu encerrar o trimestre com lucro, apesar do cenário negativo, porque este foi influenciado pelo resultado financeiro líquido de R$ 104 milhões. “De fato, é uma proteção operacional da empresa, resultado do hedge das exportações que fazemos. Não é arbitragem nem especulação”, afirmou.

O diretor da Sadia observou que as exportações de frango foram afetadas pela retração do consumo em regiões onde a gripe aviária avançou. “A boa notícia é que a proliferação da doença na Europa diminuiu e há uma retomada paulatina da demanda no mercado”.

Segundo ele, a queda na demanda levou a empresa a ofertar grandes volumes de frango (griller) que seriam exportados para o Oriente Médio no mercado doméstico. Além disso, a empresa passou a produzir mais industrializados, já que o maior temor do consumidor do exterior é em relação à carne in natura.

Murat informou ainda que embargo da Rússia fez a Sadia perder espaço naquele mercado. “Em 2005, respondíamos por 20% das importações [de carne] da Rússia. No primeiro trimestre, ficamos com 10%”.

Não bastasse a demanda retraída no exterior, a desvalorização de 17% do dólar em relação ao primeiro trimestre de 2005 também atrapalhou. Nesse cenário, o preço médio da carne de frango nas exportações recuou 18,9%.

“Infelizmente”, segundo Murat, esse quadro só deve mudar a partir do segundo semestre, já que os negócios do trimestre atual ainda tiveram pressão dos importadores e foram afetados pelo câmbio.

A queda nas exportações derrubou a margem bruta da Sadia, que foi de 22,2% no trimestre, contra 25,6% de igual período de 2005. Pela mesma razão, o EBTDA caiu de R$ 160 milhões de janeiro a março de 2005 para R$ 83 milhões no mesmo intervalo este ano.

Para Murat, o “fundo do poço” já passou, os preços pararam de cair e diminui a pressão dos importadores. Mesmo assim, a empresa reviu sua previsão de crescimento nos volumes este ano, que era de 14%, para 8,5%. No mercado externo, a previsão incial era crescer 15%. Agora é de apenas 2,9%.

Ainda assim, a empresa não mudou seus planos de investir R$ 850 milhões este ano. No primeiro trimestre, foram R$ 216 milhões.

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