Parece que o mercado está se acomodando, com preços dos insumos se estabilizando e a possibilidade de novas formas de comercialização das carnes, assim como reações positivas nos preços dos grãos.
Novas esperanças para o agronegócio
Redação (13/02/2009)- Diante de tantas noticias ruins para a economia mundial, e consequentemente para o agronegócio brasileiro e catarinense, onde ultimamente só se fala em prejuízos, crise, negativismo, incertezas e assim por diante, surge uma pequena luz no fim do túnel. Parece que o mercado está se acomodando, os preços dos insumos se estabilizando e a possibilidade de novas formas de comercialização das carnes, assim como reações positivas nos preços dos grãos.
Na área de fertilizantes depois de uma queda acentuada nos preços das matérias primas no exterior, e uma desvalorização cambial estrondosa que provocou prejuízos para quem importou e não pagou os produtos, nesta semana que passou parece que o mercado começou a se mover e tentar se ajustar a nova realidade dos preços.
No caso das carnes, que inquestionavelmente é o problema mais sério do momento, não apenas para as agroindústrias, mas principalmente para os suinocultores que estão produzindo com prejuízos, vislumbra-se uma nova perspectiva de negocio através do escambo, ou para ser mais claro, o troca-troca de produtos. A Coopercentral Aurora foi a primeira a se manifestar oficialmente propondo trocar carnes por trigo da Rússia.
A Fecoagro também já manifestou essa intenção de troca de carnes por fertilizantes. O governo Federal através do Ministerio da Agricultura está enviando uma delegação de negociadores à Rússia para propor essa troca e pedir o aumento das quotas de exportações para aquele que é o país que mais consume carne brasileira. A torcida é que mais essa delegação consiga sensibilizar os russos para que ampliem os volumes de importação de carne brasileira e assim passem a movimentar o mercado para desovar os vultosos estoques que estão paralisados no Brasil. Ainda como notícia positiva, anunciada pelo Ministerio da Agricultura foi à possibilidade de exportação para a Europa e outros paises do oriente, pois a pequena quantidade exportada para o Chile e o anúncio dos americanos de liberar importações brasileiras, parece que sinalizou positivamente no mercado internacional.
Ainda está nas possibilidades e anúncios, e nada de negócios concretos, porém, precisa ser reconhecido que para viabilizar negócios precisamos antes passar por essa etapa que está sendo vencida. Agora é só torcer que as coisas avancem e o mercado flua para evitar que o complexo das carnes não acabe ruindo e com isso levando muitos agricultores do nosso estado. Temos que ter o pensamento positivo. Pense nisso. Com informações Fecoagro SC
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