Uniquímica realiza Prática de Debicagem durante o VII Curso de Manejo da Hy- Line do Brasil, em Atibaia (SP).
Debicagem em foco
Cerca de 150 pessoas do setor de avicultura de postura estiveram reunidas em Atibaia (SP), na última semana, para atualização e qualificação através do Curso de Manejo oferecido pela Hy-Line do Brasil.
Um dos temas de destaque na programação do evento foi a prática de debicagem, mini curso oferecido pela Uniquímica, que mantém parceria com a Hy-Line do Brasil desde a primeira edição do Curso.
Em uma tenda especialmente montada para a prática, os participantes viram o que há de mais moderno em equipamentos para debicagem e ainda puderam executar a prática com o auxílio dos técnicos da Uniquímica e de participantes que já tem experiência no procedimento.
Segundo Vitor Arantes, Assistente Técnico da Uniquímica, que atua na região se São Paulo, o principal objetivo do curso de debicagem foi trazer ferramentas de controle. “A debicagem é muito subjetiva então focamos na importância de que ela seja realizada de maneira ideal. Uma das dicas que passamos foi a de realizar o trabalho sentado e sempre ajustar o equipamento de uma maneira que o operador tenha conforto no manuseio”, explica.
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Para avaliar o desempenho dos grupos, a empresa fez uma competição que avaliou o desempenho no corte, a organização e a interatividade entre os participantes. “Todos receberam um paquímetro e uma ficha de controle para ser utiliz ada na granja”, informa Pedro Tsuchiya, Gerente Técnico da Uniquímica.
Wilson Ogasawara, da granja RS Ogasawara, de Londrina (PR), aprovou a iniciativa. “Tem muita coisa que a gente não sabe e cursos como este aprimoram nosso conhecimento”, afirma.
Outros participantes como José Carlos Zaneli, da Granja Maki, de Bastos (SP) e Marcos Gouveia, da Granja Primavera, de Poxoreu (MT) concordam. “Estamos sempre na granja, que geralmente fica isolada dos grandes centros de estudo e desenvolvimento da atividade e em cursos como este temos a oportunidade de atualizar algum detalhe técnico que ficou obsoleto. Tenho 17 anos na atividade e ainda não posso garantir que aprendi tudo, pois trata-se de uma atividade que está em constante evolução”, diz Zaneli. “Este tipo de reciclagem é sempre bem vindo, já que sempre há uma matéria-prima que foi substituida ou um manejo que foi atualizado”, completa Gouveia.





















