Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx

Produção comercial de frango afeta sua diversidade genética

Fenômeno pode deixar animais mais suscetíveis a doenças. Maior parte da diversidade foi perdida já na década de 1950.

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Ao conhecedor da gastronomia, o frango pode parecer miseravelmente monótono – não importando a forma de preparo. Mas os cientistas se preocupam com um grau mais básico de uniformidade – uma falta ausência de diversidade nas aves criadas para carne e ovos.

Uma análise de populações de frango comercial em todo o mundo, realizada por William M. Muir, da Universidade Purdue, e colegas, revelou a extensão do problema. Cinqüenta por cento ou mais da diversidade de gerações ancestrais foi perdida, relatam eles em artigo publicado na "PNAS", revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA. Isso poderia tornar a produção de frango mais suscetível a ataques de doenças para as quais seus genes resistentes tenham desaparecido.

Com amostragem de aproximadamente 2.500 espécimes, os pesquisadores acompanharam diversos milhares de instâncias de variação genética – e usaram isso para estimar como se pareceria geneticamente uma população ancestral hipotética. “Então fomos capazes de dizer o que está faltando” em aves comerciais, disse Muir.

Suas descobertas indicam que a maior parte da diversidade foi perdida com o advento da produção comercial em grande escala, na década de 1950. Apenas algumas entre centenas de raças foram cruzadas para produzir as aves que dão carne e ovos.

Muir disse que restaurar parte da diversidade não era uma simples questão de cruzar com mais raças – produtores perderiam os aperfeiçoamentos obtidos nas linhagens existentes. Em vez disso, uma abordagem seria utilizar marcadores genéticos para ajudar no cruzamento de raças, “para selecionar as partes boas”, concluiu.

Opinião

Elcio Figueiredo, chefe Geral da Embrapa Suínos e Aves

Eu não vi a matéria, mas não existe nada que todo mundo já não saiba. Não
é novidade. É apenas uma prova científica de que isso aconteceu. Não
aconteceu somente com frangos, mas com suínos, milho, soja, arroz,
algodão…
Porque você acha que todo o comércio mundial está voltado para o controle
e monitoramento de doenças em todos os produtos comerciais? É porque
nesses produtos muitos dos genes da resistência genética à doenças foram
perdidos pela intensa seleção para rendimento na presença de um ambiente
controlado, aliado ao fato de que
anto animais como plantas são produzidos em sistemas que não permitem a
atuação da maioria dos inimigos naturais das pragas. Por isso se usa tanto
defensivo na produção.
O Dr. Muir tem sido parceiro da Embrapa Suínos e Aves e acreditamos que
visão dele de como solucionar o problema pode ser uma das maneiras, mas de
antemão se sabe que não é fácil de conseguir por dificuldades operacionais
técnicas. As empresas de genética avícola estão trabalhando para
identificar e incorporar nas linhagens alguns genes que devolvam a
resistência genética entre outras características.

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