Enquanto isso, a soja volta ao patamar de US$ 16.
Cautela com o milho em Chicago
Redação (11/07/2008)- Previsões climáticas favoráveis às lavouras do Meio-Oeste americano e ajustes técnicos tendo em vista a divulgação, nesta sexta-feira, de um novo relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) com dados atualizados sobre oferta e demanda de grãos no país e no mundo nesta safra 2008/09 motivaram a retração das cotações do milho na quinta-feira em Chicago. Os contratos com vencimento em julho fecharam a US$ 6,7526 por bushel, em queda de 7,75 centavos de dólar, enquanto setembro caiu 8,25 centavos de dólar, para US$ 6,8650. No Paraná, a saca de 60 quilos do grão saiu, em média, por R$ 22,83, 0,78% menos que a média de quarta-feira, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Estado.
Soja- A expectativa do mercado de que as inundações do mês passado no Meio-Oeste americano tenha deixado sérios danos ao desenvolvimento da safra do país impulsionou as cotações da soja na quinta-feira em Chicago, conforme a agência Dow Jones Newswires. Os traders esperam que esses danos se traduzam no balanço de oferta e demanda de grãos no país e no mundo a ser divulgado nesta sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Os futuros para agosto subiram 28,50 centavos de dólar por bushel e fecharam 0,50 centavo acima da barreira dos US$ 16. Em Rondonópolis (MT), a saca de 60 quilos aumentou, em média, R$ 0,70, para R$ 48,70, segundo levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato).
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