Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,01 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,72 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 198,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 221,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,69 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,88 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.253,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.114,33 / t
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Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 184,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 178,31 / cx
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Soja: hora de controlar as pragas, alerta Embrapa

Produtores devem retardar ao máximo possível a primeira aplicação de inseticida para o controle.

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Redação (10/12/2008)- A cultura da soja está sujeita ao ataque de pragas desde a emergência da plântula até a colheita. De acordo com o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Crébio José Ávila, as pragas podem existir desde o momento em que o produtor faz a dessecação (aplicação de herbicidas), como é o caso, por exemplo, das lagartas. “Se a presença da praga for notada, existem duas opções: dessecar e esperar no mínimo 20 dias para semear ou, se não puder esperar, usar inseticida junto ao herbicida”, diz.

Mesmo diante da presença de pragas (início da infestação), ele aconselha aos produtores retardarem ao máximo possível a primeira aplicação de inseticida para o controle das pragas iniciais (que acorrem até aos 30 dias de desenvolvimento da cultura). Segundo ele, assim possibilita-se que os inimigos naturais se estabeleçam e se desenvolvam, o que favorece o equilíbrio biológico no agroecossistema da soja. “Isso é possível porque a soja tem capacidade de tolerar até 30% de desfolha antes do florescimento”, acrescenta.

Na fase atual de desenvolvimento da soja, a principal preocupação é quanto às lagartas desfolhadoras. Ele explica que se a aplicação do inseticida for indispensável, deve-se utilizar produtos seletivos, ou seja, que controlam a lagarta sem afetar os “inimigos naturais”.

Quando a soja estiver em um estádio de desenvolvimento mais avançado – próximo ou após a fase de fechamento – a sugestão é o uso de produtos com maior efeito residual e que apresente seletividade, como, por exemplo, os produtos fisiológicos.

Percevejos
A partir da fase de florescimento, ou seja, na fase de formação e enchimento de vagens, o produtor deve ficar atento a outro problema: o percevejo, considerado a principal praga da cultura da soja porque destrói o grão ou a semente. “Reduz a produtividade, provoca retenção foliar e dificulta a colheita”, diz Crébio, acrescentando que “existem produtos recomendados para o controle dos percevejos que apresentam efeitos moderados sobre os inimigos naturais do inseto”.

Ele informa que para melhorar a eficiência do inseticida usado contra a praga, pode-se misturar sal refinado à calda inseticida. Isso deve ser feito numa concentração de 0,5% (500 gramas de sal em 100 litros de água). A preocupação quanto ao controle do percevejo deve persistir até a fase R6, quando ocorre a maturação fisiológica. Depois dessa fase não há mais riscos.

Recomendações

De acordo com recomendação da Embrapa Soja, em Londrina, apesar de os danos causados na cultura da soja serem, em alguns casos, alarmantes, não se indica a aplicação preventiva de produtos químicos, pois, além do grave problema de poluição ambiental, a aplicação desnecessária eleva os custos da lavoura e contribui para o desequilíbrio populacional dos insetos.

Na escolha do produto, deve-se usar os indicados pela Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, levando em consideração a toxicidade, o efeito sobre inimigos naturais e o custo por hectare. Além disso, atentar para as doses indicadas, utilizar EPI (equipamento de proteção individual) durante o preparo e a aplicação dos defensivos e dar o destino correto às embalagens, conforme legislação vigente.

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