Estados Unidos revisa leis de importação e pode proibir definitivamente frango da China.
Conflito entre China e EUA
O USDA deve rever seu sistema para aprovação de importações de carne devido ao controle de segurança alimentar feito em outros países, relatou a Reuters.
Uma ação da USDA, no início desta década, permitiu a importação de frango da China porque o país demonstrou respeito à questões de saúde pública, segundo a gerente financeira do Departamento, Rosa DeLauro.
“Acho que precisamos observar muito bem como a nação trata o assunto”, diz DeLauro. “Quando se é concedida uma licença de importação, a maior parte do processo de controle fica para o outro país”, afirmou a gerente. Sua comissão impediu o USDA de permitir importações provenientes da China até 2010.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
- •Conflito no Oriente Médio pressiona custos e ameaça rotas do comércio global de frango
DeLauro disse que vários escândalos com segurança alimentar na China ajudaram os importadores americanos a duvidar da procedência dos produtos avícolas.
O Senado ainda não apresentou sua proposta para inclusão de uma lei que proibe definitivamente a entrada do frango chinês nos EUA, mas sugeriram inspeções especiais para permitir as importações.
As proibições começaram quando a China parou de emitir licenças para compra de carne de frango americana, ameaçando o mercado avícola em quase US$700 milhões anuais.
A China se queixou com a Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a restrição. Uma lei americana permite que os 152 países pertencentes à OMC exportem carne para o país. Uma audiência com as empresas e comerciantes do grupo declarou injusta a restrição ao frango chinês. “Nós não seremos capazes de evitar um conflito comercial com a China se o Congresso americano não reconsiderar sua proibição”, explicou o advogado Kevin Brosch, representante das empresas Tyson Foods, JBS, Cargill, Seaboard, Sanderson Farms, Pilgrim’s Pride, Smithfield Foods e Hormel Foods.
* Tradução Avicultura Industrial





















