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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,80 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,25 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,06 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,84 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,53 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 165,50 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,67 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.161,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.069,52 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,18 / cx
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A proposta da União Europeia de uma nova aliança comercial global, por Jogi Humberto Oshiai

Um artigo sobre a proposta da União Europeia de uma nova aliança comercial global — estendendo-se ao “Comprehensive and Progressive Agreement for Trans‑Pacific Partnership” (CPTPP) sem necessidade de envolver diretamente…
A proposta da União Europeia de uma nova aliança comercial global, por Jogi Humberto Oshiai

Um artigo sobre a proposta da União Europeia de uma nova aliança comercial global — estendendo-se ao “Comprehensive and Progressive Agreement for Trans‑Pacific Partnership” (CPTPP) sem necessidade de envolver diretamente os Estados Unidos.

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Saliento que o Brasil não poderia se permitir agir como simples espectador por trata-se de uma mudança estrutural no tabuleiro do comércio internacional, com impacto direto sobre insumos estratégicos, cadeias de produção e abertura de mercados emergentes: aqui está o momento de ação. Como potência agrícola e industrial, com vínculos sólidos tanto com a Europa quanto com o bloco transpacífico, o Brasil teria a oportunidade de reposicionar-se — não apenas como fornecedor, mas como parceiro robusto em cadeias de valor que privilegiam padrões, regras e governança.

Entretanto, ao mesmo tempo que essa janela se abre, o Brasil corre o risco de desperdiçá-la se a condução da política externa e dos grandes eventos globais continuarem a seguir por caminhos tortuosos como continuo apoio a Maduro, ataques contra o governo de Israel ou pseudo encontros infrutíferos com Trump, entre muitos outros. Um outro exemplo recente ilustra os erros do governo Lula com clareza: apesar da maior luta contra o narcoterrorismo estar em curso no RJ, o inergumeno decretou a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em Belém (PA) durante a realização da COP30, de 2 a 23 de novembro de 2025.

Essa decisão, embora formalmente justificada pelo pedido estadual (do Helder Barbalho) e pela necessidade de garantir a segurança de autoridades estrangeiras e da infraestrutura crítica, revela problemas de visibilidade, logística e governança que comprometem a credibilidade do evento — e, por extensão, a credibilidade internacional do Brasil.

Se o foco estratégico do Brasil é mostrar ao mundo que está pronto para entrar no novo arranjo comercial global — pautado por regras, transparência e ambição —, então escolher sediar a COP30 em Belém, presidido por um Presidente, André do Lago, que já demonstrou a sua incapacidade profissional ao longo do processo organizativo, em vez de uma cidade com maior infraestrutura diplomática e de segurança pode, a meu ver, ser um erro que só um míope político ou um embriagado cometeria. A escolha implica riscos: dificuldades logísticas quanto a hospedagem, infraestrutura, acessibilidade e imagem, que já são motivo de considerável preocupação para delegações externas.

Em outras palavras: se o Brasil pretende estar no centro da nova ordem comercial que se desenha, não pode permitir que a sua credibilidade internacional — construída ao longo de décadas, em todos os continentes — seja fragilizada por falhas de execução que poderiam ter sido evitadas. O foco deveria estar em alinhar política externa, logística de grandes eventos, comércio e estratégia de inserção global de forma coerente — ao contrário de sinais confusos ou de tomada de decisões de impacto duvidoso.

Neste contexto, o governo precisa urgentemente revisar dois vetores: (1) garantir que seus compromissos com infraestrutura, ambiente e imagem internacional acompanhem a ambição — evitar surpresas de bastidor ou críticas públicas que possam comprometer a narrativa de “Brasil parceiro estratégico”; (2) adotar uma estratégia clara de inserção nesse novo arranjo comercial multilateral, com atuação proativa nos blocos Europa-CPTPP, demonstrando que o Brasil não está à margem, mas sim disposto a liderar ou co-liderar – e que a logística interna (como sediar uma COP – rs) está à altura desse papel.

Se não o fizer, não será apenas uma reunião diplomática que sofrerá – mas a reputação do Brasil, o aproveitamento de uma janela única no comércio mundial e o futuro do país enquanto grande ator global ficarão vulneráveis.

E eu, humildemente, tenho alertado sobre este fato há muito tempo!

Por Jogi Humberto Oshiai, CBO da Melo Advogados e Diretor da Oshiai Consultoria e Assessoria Ltda, especialmente para o portal Agrimídia.

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