A principal demanda do setor é a adequação às normas ambientais.
Câmara Ambiental do setor de suinocultura é instalada
Redação (08/07/2008)- A Câmara Ambiental – CA do Setor de Suinocultura foi instalada nesta segunda-feira (07/07), com o objetivo de discutir e buscar o aprimoramento de parâmetros e procedimentos para o licenciamento ambiental da atividade. A demanda pela criação da CA foi apresentada ao secretário estadual de Meio Ambiente, Xico Graziano, por representantes do setor durante o debate “Suinocultura e o meio ambiente“, realizado em Campinas, no início de 2008. A câmara será presidida por Valdomiro Ferreira Júnior, presidente da Associação Paulista de Criadores de Suinocultura – APCS, e terá como secretária-executiva, Maria Silvia Romitelli.
Para o presidente da recém criada câmara, o setor era visto como um problema ambiental, mas hoje é a solução. “O biogás e o biofertilizante produzidos nas granjas são dois caminhos para a sustentabilidade. Temos capacidade de oferecer biofertilizante para os setores de cana-de-açúcar e café“, pontuou, Valdomiro. Para a secretária-executiva, a câmara surgiu de uma demanda do setor. “Vamos começar a trabalhar“, enfatizou Maria Silvia.
Presente ao evento, o presidente da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB, Fernando Rei, elogiou a iniciativa do setor em transformar o resíduo gerado em biofertilizante para outros setores. “É tudo o que queremos, é o sonho da CETESB“, declarou.
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Além do setor de suinocultura, 12 câmaras ambientais estão em atividade, atuando nos setores da indústria têxtil, da construção, do couro, peles, assemelhados e calçados, dos produtos de minerais não metálicos, do comércio de derivados de petróleo, dos setores da indústria cítrica, da mineração, do processamento de chumbo, de resíduos, de saneamento, do sucroalcooleiro e do metalúrgico, mecânico e siderúrgico.





















