Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx

Investimentos da Sadia nos últimos dois anos sustentarão crescimento de 2009

Aporte recorde de 2008 ampliou a capacidade produtiva de industrializados em 400 mil toneladas/ano. No próximo ano serão investidos cerca de R$ 500 milhões na finalização de projetos e em melhorias nas unidades.

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Redação (09/12/2008)- Nos últimos dois anos, a Sadia realizou o maior volume de investimentos de seus 64 anos de história. No total, R$ 2,7 bilhões foram investidos em novas unidades e na ampliação da capacidade produtiva. Apenas em 2008 foram aplicados R$ 1,6 bilhão, um recorde histórico da Sadia. É a maturação destes investimentos que irá sustentar o crescimento da companhia em 2009.

No próximo ano, a Sadia investirá mais R$ 500 milhões na conclusão dos projetos que já estão em andamento, melhoria nas unidades, infra-estrutura, tecnologia da informação e matrizes. “Os investimentos feitos pela Sadia nos últimos dois a três anos ficaram muito acima da nossa média histórica e tinham como objetivo deixar a empresa preparada para longos períodos de crescimento. Agora, com a conclusão de grande parte desses projetos, teremos condições de aproveitar as oportunidades que forem surgindo”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan.

Apesar da crise financeira internacional, a tendência é que o setor de alimentos seja um dos menos impactados. A Sadia deve fechar o ano de 2008 com exportações acima de US$ 3 bilhões e a recente abertura da China para a carne de frango brasileira traz boas perspectivas para esse final de ano. A companhia dispõe de três frigoríficos habilitados a exportar para a China e tem condições de iniciar de imediato os embarques. “Essa é uma excelente notícia para a empresa e para a economia brasileira. Trata-se de um mercado bastante promissor e a Sadia está totalmente apta a fazer frente a essa nova demanda”, afirma o Presidente do Conselho de Administração da Sadia.

No mercado interno, a empresa também tem boas perspectivas para o encerramento desse ano e prevê um crescimento de 10% no volume de vendas dos produtos da linha de comemorativos. As aves, como o Peru e o Fiesta, devem ser o destaque das vendas deste fim de ano, devido ao aumento dos preços da carne suína no mercado brasileiro. A empresa já ultrapassou também a barreira de 1 milhão de kits de Natal vendidos.

Além disso, a empresa vem reduzindo gradativamente a sua exposição líquida vendida aos contratos cambiais que causaram recentemente perdas financeiras à Companhia. Em setembro, a exposição líquida da empresa era de US$ 2,364 bilhões. Em dezembro a exposição foi reduzida para US$ 966 milhões, o que equivale à receita de três meses de exportação.

Balanço positivo

Em linha com a estratégia da empresa de crescer em produtos de maior valor agregado, grande parte dos recursos aplicados neste ano – R$ 1,5 bi até setembro – foi investido nos segmentos de aves (36%) e de industrializados (32%). Apenas no segmento de industrializados, a Sadia ampliou em cerca de 400 mil toneladas/ano a sua capacidade produtiva com os investimentos feitos em 2008. Já em aves, a capacidade de abate foi aumentada em 187 milhões de cabeças/ano.

Entre os principais investimentos realizados no período está a construção da maior unidade da Sadia no Brasil, em Lucas do Rio Verde (MT) e da primeira fábrica no exterior, em Kaliningrado (Rússia), que já estão em operação. A Sadia fez também importantes aquisições, como é o caso da Big Foods, em Tatuí (SP), Goiaves, em Buriti Alegre (GO), Excelsior, em Santa Cruz do Sul (RS). Estes montantes incluem também a ampliação de unidades já existentes, como é o caso de Uberlândia (MG), Várzea Grande (MT), Brasília (DF), Duque de Caixas (RJ) e a reconstrução da planta de Toledo (PR).

Com todos estes investimentos, a Sadia chega ao final de 2008 com 63 mil funcionários, ante 53 mil que a empresa tinha em 2007. Até final de novembro de 2008, 10 mil novos postos de trabalho foram criados. Este ano, a empresa foi homenageada pela Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) como a indústria de alimentos que mais gera empregos diretos no Brasil.

Liderança no exterior

Em 2008, a Sadia deu prosseguimento à sua estratégia de internacionalização. Na Rússia, a fábrica inaugurada no final de 2007 entrou em funcionamento e contribuiu para aumentar a presença da Sadia naquele mercado. A Sadia é hoje a marca estrangeira do segmento de processados mais conhecida no mercado russo, conforme levantamento do Magram Market Research, um respeitado instituto de pesquisa da Rússia especializado em varejo. Em 2009, a empresa deve investir na conquista de mercados fora dos grandes centros, como Moscou e São Petersburgo.

No Oriente Médio, a empresa também teve conquistas importantes e é hoje líder absoluta em industrializados de carne, frango inteiro e frango em partes nos mercados da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Qatar, Omã e Barein, com mais de 25% de market share. A marca é “Top of Mind” nesses países, com índice médio de 40%  e tem 88% de “Total Awareness” entre os consumidores da região, sendo apontada como a preferida em diversas localidades do Golfo Pérsico, de acordo com levantamento feito pela Ipsos Research no final do ano passado.

Nas Américas, a marca Qualy alcançou a liderança do mercado chileno em junho, com 23,6% de volume de vendas no segmento de potes regulares, segundo dados da Nielsen no país.

Sustentabilidade

A Sadia também encerra o ano com diversas conquistas no campo do desenvolvimento sustentável. O Programa 3S – Suinocultura Sustentável Sadia se tornou case de sucesso do Banco Mundial e da ONU. Pioneiro no setor de alimentos no Brasil, o projeto promove a redução das emissões de gases do efeito estufa e comercialização de créditos de carbono, usando o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), previsto no Protocolo de Kyoto.

O Programa se tornou referência internacional na promoção da sustentabilidade no sistema de suinocultura e levou a companhia a ser listada entre 50 casos de sucesso em todo o mundo em relatório lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O documento destaca ações do setor privado destinadas a reduzir a pobreza e, com isso, alcançar o objetivo do Desenvolvimento do Milênio (ODM), uma série de metas socioeconômicas que os países da ONU se comprometeram a atingir até 2015.

Pelo segundo ano consecutivo a Sadia foi selecionada para fazer parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, que vigorará de dezembro de 2008 a novembro de 2009. O indicador é composto de ações emitidas por empresas que apresentam alto grau de comprometimento com sustentabilidade e responsabilidade social.

Outro exemplo de investimento sustentável que a Sadia está realizando é a construção da fábrica na região Nordeste, no Estado de Pernambuco. A unidade será a primeira planta industrial a neutralizar 100% de suas emissões de carbono no setor de carnes do Brasil.

Em 2008, a Sadia liderou ainda a formação de uma iniciativa, que há um ano reúne grandes empresas brasileiras para discutir projetos e colocar em práticas ações inovadoras que visam contribuir para tornar a cadeia de alimentos mais sustentável. Outra boa notícia vem do Instituto Sadia, que apoiou 39 projetos em 16 municípios, que visam a promoção e o desenvolvimento social das comunidades onde a Sadia atua.

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