Emprssas são foco de manifestos em Arapongas e Rolândia, no Paraná. Cerca de de 4,5 mil pessoas trabalham em frigoríficos de aves na região.
Manifestos em frigoríficos
Os riscos de mutilações e lesões por esforços repetitivos (LER) envolvendo trabalhadores nas indústrias frigoríficas é tema hoje de uma mobilização junto a empresas do ramo de abate de aves na região.
Por volta das 4 horas, membros do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Arapongas (Sitiaar), com apoio da Federação dos Trabalhadores dos Alimentos do Paraná (FTIA), iriam começar a abordar funcionários da Frango a Gosto. “Nosso objetivo é alertá-los sobre a pausa de 10 minutos que devem fazer quando a Norma Regulamentadora voltada ao setor valer”, diz o secretário de finanças do Sitiaar, Aparecido Pinheiro Barbosa.
Ele afirma que informativos sobre a Norma Regulamentadora, ainda em fase de consulta pública, seriam entregues aos trabalhadores antes de sua entrada no frigorífico. A ação deve se repetir à tarde, após às 14 horas, na empresa Jandelle, em Rolândia.
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Ontem (26), a categoria já havia feito uma atividade semelhante em Jacarezinho. “Estamos debatendo esta questão dos acidentes faz tempo. Sabemos que os casos de afastamento por lesões são grandes, mas não temos números sobre eles”, relata Barbosa. De acordo com ele, funcionários que atuam em áreas como desossa e desvisceração de aves são os mais atingidos por lesões no trabalho.





















