Pesquisa foi respondida por 215 colaboradores do setor avícola, entre os dias 20 de junho e 20 de julho
Transmissão das salmonelas e método de controle ainda são dúvidas para o setor

Os métodos mais eficientes para o controle das salmonelas na produção de frangos e como são transmitidas entre as aves permanecem como dúvidas para quem trabalha no setor avícola. Essa é a uma das conclusões da pesquisa feita pela doutora em Ciências Veterinárias, Anderlise Borsoi, professora da Universidade Tuiuti do Paraná.
A pesquisadora lançou um questionário, que ficou disponível entre os dias 20 de junho e 20 de julho, direcionada a colaboradores do setor em busca de dados a respeito das reais dúvidas sobre o assunto salmonelas em avicultura. Responderam na integra à pesquisa 215 participantes, representando 8% do total que acessaram o questionário via imprensa. O questionário foi publicado pela Avicultura Industrial.
Na pesquisa, duas questões, de identificação, foram objetivas e uma dissertativa. De acordo com Borsoi, notou-se que apenas um pequeno número de pessoas escreveu a questão aberta com mais de uma frase.
Leia também no Agrimídia:
- •Influenza Aviária é confirmada em aves silvestres no Rio Grande do Sul
- •Saúde Única avança como eixo estratégico para a resiliência do planeta no Anuário Avicultura Industrial de 2026
- •Exportação de carne de frango pode ser afetada por tensão no Oriente Médio
- •C.Vale apresenta resultados e planos de expansão a produtores integrados de aves, suínos, leite e peixes
Além das dúvidas sobre qual é o método eficiente de controle de salmonelas na produção de frangos e como as salmonelas são transmitidas entre as aves, quem respondeu à pesquisa apontou que gostaria de saber quais são os problemas que a bactéria pode causar à saúde pública. Foi possível ainda selecionar 185 diferentes questões (dúvidas) a respeito de salmonelas na avicultura.
A pesquisa foi respondida por um público que atua majoritariamente do setor de frango de corte, que corresponderam a 45% do total. Em seguida, ou 11%, atuam na área de pesquisa. Estudantes e profissionais do segmento de avós e matrizes correspondem a 10% cada.





















