Missão aos países árabes se encerrou no fim de semana com a assinatura de acordos comerciais
Abertura de mercado vai estimular produção e aumentar renda do produtor, diz CNA

A missão brasileira, encabeçada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, aos países árabes se encerrou no fim de semana com a assinatura de acordos comerciais e parcerias para investimentos estrangeiros no Brasil.
Segundo a superintendente de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Lígia Dutra, a abertura do mercado árabe deve estimular a produtividade do agro e aumentar a renda do brasileiro.
“A missão foi muito positiva, a ministra teve muitas entregas. No Egito, a gente conseguiu abrir o mercado de lácteos. Para o produtor rural brasileiro isso significa muito, porque ele está investindo e produzindo cada vez mais e por isso precisamos de novos mercados. A ministra e a CNA tem buscado, através dessas missões, mais parcerias e destinos para nossos produtos. Para agregar valor aos produtos brasileiros, aumentar a produtividade e manter a renda do produtor.”
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Lígia destacou ainda a abertura do mercado saudita para o mel, o interesse do Kuwait em produtos com alto valor agregado e as futuras parcerias com os Emirados Árabes Unidos na área de investimentos.
“Vamos continuar trabalhando dessa forma para estimular nossa agricultura a crescer, mas esse crescimento deve ser baseado em parcerias internacionais para a gente poder se desenvolver mais no Brasil e ter mercados no exterior. Elas são fundamentais para ganhar o mercado externo, por isso, vamos investir cada vez mais em cooperação com países como os Emirados Árabes.”
No fim de semana, o grupo visitou a fábrica da BRF Foods e participou do Seminário Empresarial de Negócios, parceria com a Dubai Export e a Câmara Árabe. No domingo, também conheceram uma fazenda onde são produzidos frutas e legumes em estufas, com controle biológico de pragas e uso de pivô central para irrigação.
“Poucos países contam com um setor agrícola tão diversificado e relevante como o Brasil. Temos capacidade de continuar expandindo a oferta de alimentos de forma sustentável”, afirmou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.
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