De acordo com o Mapa, o último registro de Newcastle no país ocorreu em 2006, em aves de subsistência, nos Estados do Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Apesar de estar há 15 anos com a doença erradicada, a vigilância e os cuidados devem ser permanentes
Doença de Newcastle se aproxima dos 100 anos como potencial risco para avicultura mundial


Por Anderson Oliveira
Leia também no Agrimídia:
- •Influenza Aviária é confirmada em aves silvestres no Rio Grande do Sul
- •Saúde Única avança como eixo estratégico para a resiliência do planeta no Anuário Avicultura Industrial de 2026
- •Exportação de carne de frango pode ser afetada por tensão no Oriente Médio
- •C.Vale apresenta resultados e planos de expansão a produtores integrados de aves, suínos, leite e peixes
O colorido do mapa da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) atesta que, passados quase 100 anos desde a descoberta da Doença de Newcastle, a avicultura ainda sofre ou teme a sua presença em todo o planeta. Aves migratórias são o principal risco para o desembarque do vírus em granjas de produção. Desse modo, as medidas de biosseguridade e a vacinação constituem a forma mais eficaz de prevenção. No Brasil, no entanto, a vacina só é obrigatória para os estabelecimentos avícolas de reprodução e de postura comercial, ou seja, naquelas categorias de aves que ficam alojadas por um maior período de tempo. O último registro de Doença de Newcastle no país ocorreu em 2006, e em aves de subsistência, nos Estados do Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Apesar de estar há 15 anos com a doença erradicada, a vigilância e os cuidados devem ser permanentes.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui.






















